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"Guia de Conceitos Básicos" - Nuno Júdice

Quarta-feira, 31.03.10

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O novo livro de Nuno Júdice, Guia de Conceitos Básicos, ed. Dom Quixote, será apresentado no próximo dia 06 de Abril na Livraria Leya na Barata, 11-A.

No mesmo dia e no mesmo local, será também apresentado o novo livro de Ana Luísa Amaral, Inversos - Poesia 1990-2010, ed. Dom Quixote.

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publicado por Fundação Saramago às 05:53

Crítica à edição de "O Caderno" de Saramago em blog do New York Times

Terça-feira, 30.03.10

Neste espaço escrevem regularmente os editores da The Book Review do jornal New York Times. O texto, de autoria de Gregory Cowles, foi publicado no dia 29 de Março e pode ser lido em seguida:

José Saramago, blogueiro literário

Pode um blogue elevar-se ao nível da literatura?

fjsNão me refiro a este blogue, naturalmente. Aqui no Paper Cuts, somos mais como as chefes de claque e os mirones do mundo dos livros, o que é o mesmo que dizer somos leitores. Aplaudimos a literatura; não a fazemos. Mas se um brilhante e proeminente romancista – um Prémio Nobel, digamos – gravasse os seus pensamentos e observações num blogue, poderia isto aproximar-se da literatura?

A questão é colocada pela chegada do mais recente trabalho de José Saramago, “O Caderno”, que recolhe uma série de posts do blogue que Saramago, o Nobel português, escreveu de Setembro de 2008 a Agosto de 2009, por insistência de sua mulher e de amigos. Verdadeiro na forma, os seus posts são mini-ensaios, muitos deles mais curtos que uma coluna de jornal, nos quais enfrenta assuntos desde a política (“George Bush expulsou a verdade do mundo, estabelecendo a idade da mentira que agora floresce em seu lugar”) à edição (“Voltaire não tinha agente literário”) à própria natureza de escrever num blogue (“É isto o mais próximo que temos do poder dos cidadãos? Somos mais sociáveis quando escrevemos na Internet?”). São fascinantes e provocadores, e de um grande prazer em mergulhar neles. Mas parecem-me demasiado localizados e fugazes para que possam contar como literatura, e reforçam a minha impressão, expressa noutro local nesta página, de que os blogues são pela sua natureza em parte jornalismo, em parte jornais. Fico contente por saber como Saramago reagiu quando leu pela primeira vez Gabriel García Márquez — “Precisava de colocar as minhas ideias em ordem, disciplinar o meu coração em sobressalto e, acima de tudo, aprender a controlar o compasso com o qual esperei ser capaz de fazer o meu caminho pelo novo mundo que tinha acabado de aparecer perante os meus olhos” — mas no final, continuaria a preferir ler um romance de Saramago em vez de um seu post no blogue.

Saramago, ele próprio, parece pensar da mesma forma, aparentemente. No seu último post escreve: “Até outro dia? Sinceramente, não creio. Comecei outro livro e quero dedicar-lhe todo o meu tempo. Já se verá porquê, se tudo correr bem...”

Texto original

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publicado por Fundação Saramago às 19:32

Biografia de José Saramago publicada no Brasil

Terça-feira, 30.03.10

fjsPublicado em Portugal no passado mês de Janeiro, o trabalho de João Marques Lopes procura responder à questão "Quem é, afinal, José Saramago?" através de uma viagem que parte "da sua infância pobre de afectos [...] culminando no homem tornado escritor, premiado com o mais elevado galardão do mundo das letras - o Nobel".

No próximo mês de Julho será a vez de o Brasil poder contactar com a edição brasileira da biografia, que ali assumirá como título a questão que preside ao trabalho de Marques Lopes: Quem é, afinal, José Saramago?, numa edição Leya Brasil.

A edição recebeu de José Saramago palavras de elogio, publicadas na Página da Fundação a 5 de Fevereiro de 2010, e que aqui recuperamos.

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publicado por Fundação Saramago às 10:23

Juan Gelman em Lisboa

Segunda-feira, 29.03.10

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Sessão com Juan Gelman na Casa do Alentejo
15 de Abril de 2010

   

Juan Gelman dedicou na sessão de dia 15 de Abril de 2010 a sua leitura de poemas a José Saramago e a Baltazar Garzón, "o único juiz do mundo que na década de 80 podia lutar pela denúncia de crimes cometidos pela ditadura argentina".

Imagens do Encontro com a Imprensa no Instituto Cervantes
14 de Abril de 2010

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Na sessão de hoje, a obra de Juan Gelman foi apresentada por José Manuel Mendes e seguiu-se uma animada sessão de perguntas por parte da assistência de jornalistas e de público conhecedor da obra e da vida do escritor argentino.

 

Juan Gelman
Buenos Aires,1930

Poeta e jornalista argentino, Prémio Cervantes 2007. O escritor equatoriano Jorge Enrique Adoum qualificou-o como "o maior poeta vivo de língua espanhola”.

Primeiros anos

Nasceu em Buenos Aires, num bairro de forte identidade judia. Foi o terceiro filho (o único nascido na Argentina) de um casamento de imigrantes judeus ucranianos. Aprendeu a ler aos 3 anos e passou a sua infância andando de bicicleta, jogando futebol e lendo. Desde criança é simpatizante do Atlanta, o clube de futebol do bairro. Anos depois dariam o seu nome à biblioteca do clube, algo que considera «a maior homenagem de sua vida». Começou a escrever poemas de amor quando tinha oito anos e publicou o primeiro aos onze (1941) na revista Rojo y Negro.

Realizou os seus estudos secundários no Colégio Nacional Buenos Aires. Aos quinze anos ingressou na Federação Juvenil Comunista. Em 1948 começou a estudar Química na Universidade de Buenos Aires mas abandonou pouco depois para se dedicar plenamente à poesia.

O grupo "El pan duro" e a nova poesia

Em 1955 foi um dos fundadores do grupo de poetas El pan duro, integrado por jovens militantes comunistas que propunham uma poesia comprometida e popular e actuavam cooperativamente para publicar e difundir os seus trabalhos.

Actividade como jornalista

Em 1966 começou a trabalhar como jornalista. Ocupou os cargos de chefe de redacção da revista Panorama (1969), secretário de redacção e director do suplemento cultural do diário La Opinión (1971-1973), secretário de redacção da revista Crisis (1973-1974) e chefe de redacção do diário Noticias (1974).

Militância política

Em 1967, durante a ditadura militar (1966-1973) integrou a organização guerrilheira FAR, de orientação peronista-guevarista. Em finais de 1973 passou a integrar a organização Montoneros

Exílio

Em 1975, a organização Montoneros enviou-o para o exterior para fazer relações públicas e denunciar internacionalmente a violação dos direitos humanos na Argentina, durante o governo de Isabel Perón (1974-1976). Encontrava-se a cumprir essa missão quando se produziu o golpe de estado de 24 de Março de 1976 que iniciou a ditadura militar (1976-1983) e impôs um regime de terrorismo de estado responsável pelo desaparecimento de 30.000 pessoas. Exceptuando uma breve entrada clandestina na Argentina em 1976, Gelman permaneceu exilado no estrangeiro, residindo alternativamente em Roma, Madrid, Manágua, Paris, Nova Iorque e México e trabalhando como tradutor da UNESCO.

O trabalho de Gelman conseguiu a primeira declaração de repúdio à ditadura argentina, assinado por vários chefes de governo e da oposição europeus, entre eles François Mitterrand e Olof Palme, publicado em 1976 no diário Le Monde. Em 1977 aderiu ao recém-criado Movimento Peronista Montonero, embora já com graves divergências em relação à sua conduta.

Em 1979 decidiu abandonar o Montoneros pelo seu desacordo com o verticalismo militarista do movimento e pelas negociações que havia encetado em França com o almirante Emilio Massera. Gelman expôs os seus argumentos num artigo publicado no Le Monde em Fevereiro de 1979. O movimento Montoneros acusou-o de traição e condenou-o à morte.

Quando, em Dezembro de 1983, Raúl Alfonsín assumiu chefia do governo democrático, pendia sobre Gelman um mandadode busca e de captura por diversos delitos imputados a Montoneros, que o impedia de regressar ao seu país. Esta situação ocasionou protestos de escritores de todo o mundo, entre eles Gabriel García Márquez, Augusto Roa Bastos, Juan Carlos Onetti, Alberto Moravia, Mario Vargas Llosa, Eduardo Galeano, Octavio Paz, etc. No início de 1988 a justiça declarou sem efeito a ordem de captura e Gelman voltou ao país após treze anos de ausência, embora decidisse, finalmente, radicar-se no México.

Em Outubro de 1989 foi indultado pelo presidente Carlos Menem, com outros 64 ex-membros de organizações guerrilheiras. Juan Gelman reagiu à medida e protestou publicamente contra ela através de um artigo publicado no diário Página/12: “Estão a trocar-me pelos sequestradores dos meus filhos e de outros milhares de rapazes que agora são meus filhos”, escreveu então.

O sequestro e desaparecimento dos seus filhos e a busca da sua neta

A 26 de Agosto de 1976 foram sequestrados os seus filhos Nora Eva, de 19 anos e Marcelo Ariel, de 20, com a sua nora María Claudia Iruretagoyena, de 19 anos, que se encontrava grávida de sete meses. O seu filho e a sua nora desapareceram, com a sua neta nascida em cativeiro. Em 1978 Gelman soube através da Igreja Católica que a sua nora havia dado à luz, sem poder precisar onde nem o sexo da criança.

A 7 de Janeiro de 1990 a Equipa Argentina de Antropologia Forense identificou os restos mortais do seu filho Marcelo, encontrados num rio de San Fernando (Gran Buenos Aires), dentro de um contentor de gordura cheio de cimento. Foi também determinado que havia sido assassinado com um tiro na nuca.

Em 1998 Gelman descobriu que sua nora havia sido enviada para o Uruguai através do Plano Condor, que vinculava as ditaduras sul-americanas e os Estados Unidos, e que havia sido mantida viva pelo menos até dar à luz uma menina no Hospital Militar de Montevideu. Com base nesta informação exigiu a colaboração dos estados argentino e uruguaio na investigação com o fim de encontrar a sua neta. Gelman enfrentou a oposição à investigação por parte do presidente do Uruguai Julio María Sanguinetti, com quem entabulou um debate público, no qual voltou a ser apoiado por destacados intelectuais e artistas como Günter Grass, Joan Manuel Serrat, Darío Fo, José Saramago, Fito Páez. Em 2000, no mês da investidura do novo presidente do Uruguai, Jorge Batlle, a neta de Gelman, de nome Andrea (Andreíta, como Gelman a menciona em vários poemas) foi encontrada e Gelman pôde juntar-se a ela. Após verificar a sua identidade, a jovem decidiu tomar os apelidos dos seus verdadeiros pais, para se chamar María Macarena Gelman García.

Em 1999 Gelman exigiu publicamente ao Chefe do Exército Argentino, general Martín Balza, a investigação do sequestro e assassinato de seu filho, apresentando-lhe o nome e a documentação sobre o suposto responsável directo pelo crime, o general Eduardo Rodolfo Cabanillas.

Gelman luta ainda por encontrar os restos mortais de sua nora María Claudia Iruretagoyena.

Recomeço das publicações

Depois de sete anos sem publicar, em 1980 deu a conhecer o libro Hechos y relaciones, a que se seguiram Citas y comentarios (1982), Hacia el Sur (1982) e Bajo la lluvia ajena (notas al pie de una derrota) (1983). Seguiram-se La junta luz (1985), Interrupciones II (1986), Com/posiciones (1986), Eso (1986), Interrupciones I e Interrupciones II (1988), Anunciaciones (1988) e Carta a mi madre (1989).

Na década de 90 publicou Salarios del impío (1993), La abierta oscuridad (1993), Dibaxu (1994), Incompletamente (1997), Ni el flaco perdón de Dios/Hijos de desaparecidos, co-autor com sua esposa Mara La Madrid (1997), Prosa de prensa (1997) e Prosa de prensa (1999).

Na primeira década do século XXI publicou Tantear la noche (2000), Valer la pena (2001), País que fue será (2004), Oficio ardiente (2005), Miradas (2006) e Mundar (2007).

Recebeu vários prémios: "Boris Vian" (1987), Nacional de Poesia argentino (1997), Literatura Latino-americana e do Caribe Juan Rulfo (2000), o Ibero-americano de Poesia "Pablo Neruda" (2005) e o Rainha Sofía de Poesia Ibero-americana (2005). Em 2007 recebeu o Premio Cervantes, o mais prestigiado da literatura em espanhol.

Actualmente, Juan Gelman vive no México e é colunista do jornal argentino Página/12.

Juan Gelman esteve em Portugal, em Maio de 1997, em Mateus (Vila Real), para participar no Seminário de Tradução Colectiva organizado pela Fundação da Casa de Mateus. Nessa ocasião esteve com ele outra grande poeta argentina, entretanto falecida, Olga Orozco. Desse seminário resultou a publicação pela Quetzal Editores, na colecção Poetas em Mateus, do livro de poemas No Avesso do Mundo, única obra de Gelman, traduzida e publicada em português.

Todas as sessões terão entrada livre, sujeita à lotação da(s) sala(s)

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publicado por Fundação Saramago às 19:28

"Desforra" de José Saramago de "Objecto Quase" publicado numa colectânea no Luxemburgo

Sábado, 27.03.10

abril de cuento, publicado em Abril de 2008 pela abril, editora do Luxemburgo, incluiu Desforra de José Saramago, numa colecção de textos de diversos autores portugueses como Gonçalo M. Tavares, Herberto Helder, Jacinto Lucas Pires, José Luís Peixoto, Maria Teresa Horta ou Mário de Carvalho, bem como Hilda Hilst, José Eduardo Agualusa, Maria Gabriela Llansol ou Mia Couto, entre outros.

"(...) incitarlos a tomar estos textos como muestras, como puntos de partida para el descubrimiento de la obra de cada uno de sus autores, de los mundos físicos e imaginarios que la subyacen. Como una invitación al viaje, como una etapa, o quizás podamos decir tapa, para ir abriendo boca." - António Gonçalves.

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publicado por Fundação Saramago às 10:47

Brasil discute futuro da Língua Portuguesa

Sexta-feira, 26.03.10

fjsO encontro encontra-se dividido em dois segmentos. O primeiro, a ter lugar entre 25 e 27 de Março constitui um espaço de debate, intercâmbio de ideias e troca de experiências entre representantes da sociedade civil dos Estados membros da CPLP, com a participação de delegações governamentais dos países da Comunidade. O segundo, nos dias 29 e 30 de Março, acolherá as delegações governamentais dos países da CPLP. Os Estados membros discutirão propostas passíveis de compor um programa de ações da Comunidade para cumprimento dos objetivos fixados pelos Chefes de Estado e de Governo da CPLP na “Declaração sobre a Língua Portuguesa” (VII Cimeira, Lisboa, 25 de julho de 2008).

Paralelamente, em São Paulo, o Centro Cultural Banco do Brasil irá acolher diversas actividades ligadas ao evento, tais como palestras, debates, exposições e exibição de documentários.

Escritores das nações que formam a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste e de outras comunidades e países convidados irão debater o ofício da tradução e a relação do português com outros idiomas; o processo criativo em língua portuguesa; a presença do nosso idioma no mercado editorial e nas grandes feiras literárias internacionais; a relação entre música e literatura em língua portuguesa; a inserção do português na Internet; e a relação do nosso idioma com outras línguas e dialectos falados nos países africanos que integram a CPLP.

Entre os convidados confirmados estão Lídia Jorge (Portugal), Ondjaki (Angola), Antonio Cícero (Brasil) e Paulina Chiziane (Moçambique).

Até 11 de abril, o projecto Nossa Língua, Nossa Música, será apresentado em oito espectáculos que têm como objetivo proporcionar o intercâmbio musical entre países de língua portuguesa.

Serão encontros musicais, em que as cantoras brasileiras convidam outros cantores e cantoras de diversas regiões, como da Ilha da Madeira (Portugal), Guiné Bissau, Cabo Verde para dividir o palco e mostrar toda a diversidade e riqueza musical destes países. E ainda haverá a mostra cinematográfica “Língua Portuguesa – Mostra de Documentários”, que procura reflectir diferentes aspectos da difusão da língua portuguesa, bem como permitir ao público acesso às diferentes realidades presentes nas nações que compõem a Comunidade de Países da Língua Portuguesa (CPLP).

Programa completo:

Mesas 1, 2 e 3 – dia 27/3
Mesas 4, 5 e 6 – dia 28/3

27/3

Mesa 1 – Tradução: a relação do português com outros idiomas

15h às 16h30
Moderador: Bryan McCann (EUA)
Tradutores:
Berthold Zilly (Alemanha)
John Kinsella (Irlanda)
Patrícia Vieira (Portugal/EUA)
Patrick Quillier (França)
Florencia Garramuño (Argentina)

Mesa 2 – Mercados e feiras: a inserção da língua portuguesa no mundo

17h às 18h30
Moderador: José Mário Pereira (Brasil)
Autores/profissionais do ramo:
Paulo Teixeira Pinto (presidente da APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros)
Maria do Rosário Pedreira (editora do Grupo Leya/Portugal)
Lucia Riff (Agência Riff/Brasil)

Mesa 3 – Fazendo a língua: o processo criativo

19h às 20h30
Moderador: Antonio Carlos Secchin (Brasil)
Autores:
Lídia Jorge (Portugal)
Mario Lucio (Cabo Verde)
Paulina Chiziane (Moçambique)
Moacyr Scliar (Brasil)

28/3

Mesa 4 – A língua portuguesa e o outro: a convivência do português com outras línguas e dialectos

15h às 16h30
Moderadora: Carmem Tindó (professora da UFRJ, especialista em literatura africana)
Autores:
Luis Cardoso de Noronha (Timor-Leste)
Odete Semedo (Guiné-Bissau)
Ondjaki (Angola)
Prof. Waldemar Ferreira Neto (Brasil)
Maria Nazaré Dias de Ceita (São Tomé e Príncipe)

Mesa 5 – CPLP online: a difusão da língua portuguesa na Internet

17h às 18h30
Moderador: Domício Proença Filho (Brasil)
Autores / blogueiros:
Régis Bonvicino (Brasil)
Edson Cruz (Brasil)
Francisco José Viegas (Portugal)
Abreu Paxe (Angola)

Mesa 6 – Língua culta e bela, língua de texto: música e literatura em português

19h às 20h30
Moderador: Antonio Cicero (Brasil)
Autores / músicos / cineastas:
Hortencio Langa (Moçambique)
Abel Barros Baptista (Portugal)
Helena Solberg (Brasil)
David Treece (Inglaterra)

Nossa Língua, Nossa Música

Programação

25/03 – Maria Dapaz (Brasil) + Joana Amendoeira (Portugal)
26/03 – Maria Dapaz (Brasil) + Nancy Vieira (Cabo Verde)
27/03 – Consuelo de Paula (Brasil) + José Amaral (Timor-Leste)
28/03 – Consuelo de Paula (Brasil) + Rosa Madeira (Portugal)
08/04 – Índio Cachoeira e Ricardo Vignini (Brasil) + Toneca (São Tomé e Príncipe)
09/04 – Índio Cachoeira e Ricardo Vignini (Brasil) + Cheny Wa Gune (Moçambique)
10/04 – Fabiana Cozza (Brasil) + Eneida Marta (Guiné-Bissau)
11/04 – Fabiana Cozza (Brasil) + Yami (Angola)

Todas as apresentações acontecerão às 21h, no CCBB;

Mostra Documentário - Língua Portuguesa

Programação

Escrever, Escrever, Viver, de Solveig Nordlund (Portugal, 2009)
Língua: Vidas em Português, de Victor Lopes (Brasil/Portugal, 2001)
Português: A Língua do Brasil, de Nelson Pereira dos Santos (Brasil, 2007)
Palavra [En] Cantada, de Helena Solberg e Marcio Debellian (Brasil, 2007)
Só 10% é Mentira, de Pedro Cezar, (Brasil, 2009)
José Cardoso Pires – Livro de Bordo, de Manoel Mozos (Portugal, 1997)
Mia Couto: Desenhador de Palavras, de João Ribeiro, (Portugal, 2006)
José Saramago: Levantado do Chão, de Alberto Serra (Portugal, 2008)
Narradores Orais da Ilha do Príncipe, de Ivo Ferreira (Portugal/São Tomé e Príncipe, 2003)
Timor Leste: O Sonho do Crocodilo, de Diana Andringa (Portugal/Timor Leste, 2002)
Oxalá Cresçam Pitangas, de Ondjaki e Kiluanje Liberdade, (Portugal/Angola, 2006)
Bissau d’Isabel, de Sana Na Hada (Portugal/Guiné Bissau, 2005)
Vídeo-Postais de Cabo Verde, de Rui Simões (Portugal, 2005)
Literatura e Resistência, de Ferréz (Brasil, 2008)
O Sertãomundo de Suassuna, de Douglas Machado (Brasil, 2003)

Fotografia: Museu da Língua Portuguesa - Estação da Luz, São Paulo

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publicado por Fundação Saramago às 18:45


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