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25 de Novembro, Dia Internacional contra a Violência de Género

Sexta-feira, 25.11.11

83 denúncias de violência doméstica por dia, 15 condenados por homicídio em 2010

Pelo menos 15 homens foram este ano condenados por homicídios de mulheres. O levantamento feito pelo Observatório de Mulheres Assassinadas é apresentado às 10h30 de hoje, Dia Internacional pela Eliminação de Todas as Formas de Violência Contra as Mulheres, na sede da UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, em Lisboa.

Continuar a ler no Público

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54 mujeres deberían estar aquí

Los crímenes machistas persisten tras seis años de ley - La protección de las víctimas ha fallado en cinco casos - Tres de cada cuatro no denunciaron

Continuar a ler no El País

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Dossier sobre Violência contra as mulheres na página do Periodismo Humano

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Imagem: ONU Mulheres

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publicado por Fundação Saramago às 23:20

Para reflectir

Quarta-feira, 23.11.11

Em véspera de Greve Geral, o Caderno de Saramago recebe um texto de José Saramago proferido numa conferência em 1999.

Para ler aqui.

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publicado por Fundação Saramago às 23:48

Manifesto "Novo rumo"

Quarta-feira, 23.11.11

Este é o momento de mobilizar os cidadãos de esquerda que se revêem na justiça social e no aprofundamento democrático como forma de combater a crise.

Não podemos assistir impávidos à escalada da anarquia financeira internacional e ao desmantelamento dos estados que colocam em causa a sobrevivência da União Europeia.

A UE acordou tarde para a resolução da crise monetária, financeira e política em que está mergulhada. Porém, sem a resolução política dos problemas europeus, dificilmente Portugal e os outros Estados retomarão o caminho de progresso e coesão social. É preciso encontrar um novo paradigma para a UE.

As correntes trabalhistas, socialistas e sociais-democratas adeptas da 3ª via, bem como a democracia cristã, foram colonizadas na viragem do século pelo situacionismo neo-liberal.

Num momento tão grave como este, é decisivo promover a reconciliação dos cidadãos com a política, clarificar o papel dos poderes públicos e do Estado que deverá estar ao serviço exclusivo do interesse geral.

Os obscuros jogos do capital podem fazer desaparecer a própria democracia, como reconheceu a Igreja. Com efeito, a destruição e o caos que os mercados financeiros mundiais têm produzido nos últimos tempos são inquietantes para a liberdade e a democracia. O recente recurso a governos tecnocratas na Grécia e na Itália exemplifica os perigos que alguns regimes democráticos podem correr na actual emergência. Ora a UE só se pode fazer e refazer assente na legitimidade e na força da soberania popular e do regular funcionamento das instituições democráticas.

Não podemos saudar democraticamente a chamada “rua árabe” e temer as nossas próprias ruas e praças. Até porque há muita gente aflita entre nós: os desempregados desamparados, a velhice digna ameaçada, os trabalhadores cada vez mais precários, a juventude sem perspectivas e empurrada para emigrar. Toda essa multidão de aflitos e de indignados espera uma alternativa inovadora que só a esquerda democrática pode oferecer.

Em termos mais concretos, temos de denunciar a imposição da política de privatizações a efectuar num calendário adverso e que não percebe que certas empresas públicas têm uma importância estratégica fundamental para a soberania. Da mesma maneira, o recuo civilizacional na prestação de serviços públicos essenciais, em particular na saúde, educação, protecção social e dignidade no trabalho é inaceitável. Pugnamos ainda pela defesa do ambiente que tanto tem sido descurado.

Os signatários opõem-se a políticas de austeridade que acrescentem desemprego e recessão, sufocando a recuperação da economia.

Nesse sentido, apelamos à participação política e cívica dos cidadãos que se revêem nestes ideais, e à sua mobilização na construção de um novo paradigma.

Mário Soares

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publicado por Fundação Saramago às 14:30

Avenida de Poemas no Teatro Tivoli

Terça-feira, 22.11.11

Uma vez por mês, o palco do Teatro Tivoli abre-se ao público para ler e para ouvir poemas escolhidos pelos convidados de Raquel Marinho e José Mário Silva.

A primeira sessão tem lugar hoje, dia 22 de Novembro, e conta com a presença de Pilar del Río.

As sessões da Avenida de Poemas podem ser acompanhadas em livestreaming aqui:

Blogue Avenida de Poemas

 

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publicado por Fundação Saramago às 11:56

Fado, Património Imaterial da Humanidade

Segunda-feira, 21.11.11

A Fundação José Saramago apoia a candidatura do Fado a Património Imaterial da Humanidade

 

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publicado por Fundação Saramago às 11:43

"Caim" na The New Yorker

Domingo, 20.11.11

It should come as no surprise to readers that Saramago, who died last year, that the lowercase “god” in his final novel is an arbitrary, malicious tyrant. In a winkingly blasphemous retelling of the Old Testament, Cain observes the destruction of Sodom and Gomorrah, wreaks havoc on Noah’s Ark, and personally stays Abraham’s hand as he is about to sacrifice Isaac (the angel having been waylaid by mechanical problems). Saramago, playfully stretching his chatty late style, pokes holes in the stated logic of the Biblical God throughout the novel, and the author’s anger and despair at the deity’s cruelty cuts through his endless uninflected sentences. Saramago does seem to find some peace in ambivalent, epigrammatic wisdom: “The history of mankind is the history of our misunderstandings with god, for he doesn’t understand us, and we don’t understand him.

 

Publicado a 15 de Novembro de 2011

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publicado por Fundação Saramago às 23:54






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