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Livraria/Loja da Fundação José Saramago

Quarta-feira, 29.02.12

Para encomendas à Livraria/Loja da Fundação José Saramago, basta enviar um e-mail para merchandising@josesaramago.org, indicando o produto e a quantidade pretendida. Os preços apresentados em seguida não incluem o valor dos portes de envio.
Em alternativa, para esclarecimento de dúvidas, pode ligar para o 21 880 20 45.

A Livraria/Loja da Fundação José Saramago disponibiliza a todos os seus visitantes a obra completa de José Saramago em diferentes idiomas. Também disponível está uma selecção de obras sobre a vida e obra do Escritor.

Sacos de pano
PVP - 5,00 €

T-shirts
PVP Unidade - 12,00 €

Marcadores de livro (plástico)
PVP Unidade - 2,50 €

Sacos "José e Pilar"
PVP - 45,00 €

Marcadores de livro magnéticos
PVP - 3,00 €

Pacotes de açúcar c/ epígrafes de José Saramago
PVP Unidade - 0,30 €
PVP Colecção de 10 pacotes - 3,00 €

Chávenas de café
PVP Unidade - 8,00 €
PVP 2 Unidades - 15,00 €
PVP 6 Unidades - 42,00 €

Canecas
PVP Unidade - 6,00 €

Latas de café Delta - Um café com Saramago (250 gr.)
PVP Unidade - 3,50 €

Agendas 2013
PVP Unidade - 7,50 €

Porta-guardanapos
PVP Unidade - 3,50 €

Caixa para lápis
PVP Unidade - 3,00 €

Molduras (não inclui postal)
PVP Unidade - 3,50 €

Lápis
PVP Unidade - 1,50 €

Bases para copos
PVP Conjunto de 6 - 5,00 €

Tapete para rato
PVP Unidade - 4,50 €

Individuais
PVP Unidade - 5,00 €

CD Duplo "Nesta esquina do tempo - Luis Pastor canta José Saramago"
PVP - 18,00 €

"José e Pilar"
DVD - 10,00 €
DVD Duplo - 14,00 €
Caixa com CD, DVD e Livro - 30,00 €
CD Banda Sonora - 12,00 €

DVD "A Maior Flor do Mundo"
PVP Unidade - 9,00 €

"Discursos de Estocolmo"
PVP Unidade - 4,00 €

Marcadores de livros "A Maior Flor do Mundo" e "As Pequenas Memórias"
PVP Unidade - 1,50 €

Cadernos "A Maior Flor do Mundo" e "As Pequenas Memórias"
PVP Unidade - 3,00 €

Poster "A Maior Flor do Mundo" e "As Pequenas Memórias"
PVP Unidade - 3,00 €

Cronobiografia "José Saramago. A Consistência dos Sonhos"
PVP - 13,00 €

Cadernos/Notebooks Epígrafes
PVP Unidade - 5,00 €
PVP 6 unidades com estojo - 25,00 €

DVD "Embargo" (esgotado)
PVP Unidade - 14,00 €

Magnetos
PVP Unidade - 3,00 €
PVP colecção de 12 - 30,00 €

Pack Filmografia de Miguel Gonçalves Mendes
PVP - 15,00 €

Porta-chaves
PVP Unidade - 5,00 €

Boneco térmico
PVP Unidade - 29,90 €

Bonecos de papel para montar
PVP Unidade - 3,50 €

Passe-partout Diploma do Prémio Nobel
PVP Unidade - 20,00 € (com moldura)
PVP Unidade - 6,00 € (sem moldura)

Postal Diploma do Prémio Nobel
PVP Unidade - 1,50 €

Blocos Moleskine Liso
PVP Unidade - 3,00 €

Lisbon City Notebook Moleskine Fundação José Saramago
PVP Unidade - 16,00 €

Passion Book Journal Moleskine Fundação José Saramago
PVP Unidade - 19,00 €

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publicado por Fundação Saramago às 12:42

A história num instante

Terça-feira, 28.02.12

É hoje apresentado no Funchal o novo livro de Violante Saramago Matos, numa edição da Nova Delphi.

Pretendendo fazer uma análise aos acontecimentos de 20 de Fevereiro de 2010, dia em que a Madeira foi atingida por um aluvião do qual resultaram avultados prejuízos materiais e a perda de vidas humanas, este trabalho centra-se sobretudo na cidade do Funchal mas aborda também as consequências desta tragédia natural e humana no concelho da Ribeira Brava. De acordo com o texto de apresentação da obra, este trabalho "resulta de uma interpretação crítica de acontecimentos passados e presentes, e reflete sobre a procura de novos caminhos".

Abaixo, deixamos a transcrição do prefácio de António Fonseca Ferreira.

 

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publicado por Fundação Saramago às 10:15

Cidade de Lisboa homenageia Rubem Fonseca

Segunda-feira, 27.02.12

Depois de ter sido con­dec­o­rado pelo Gov­erno por­tuguês há dias na Póvoa de Varzim (na fotografia) Rubem Fon­seca é hom­e­nageado em Lis­boa.

A Câmara Munic­i­pal de Lis­boa entrega hoje, 27 de Fevereiro pelas 12h, a Medalha de Mérito Munic­i­pal Grau Ouro ao escritor brasileiro, Rubem Fon­seca, como recon­hec­i­mento da Câmara Munic­i­pal de Lis­boa pela sua bril­hante car­reira. A cer­imó­nia decor­rerá no Salão Nobre dos Paços do Con­celho e con­tará com a pre­sença do pres­i­dente da CML, António Costa e da vereadora da Cul­tura, Cata­rina Vaz Pinto. Vence­dor do Prémio Camões em 2003, de cinco Prémios Jabuti e do Prémio Juan Rulfo, Rubem Fon­seca é um dos mais impor­tantes e sin­gu­lares escritores brasileiros con­tem­porâ­neos. José Rubem Fon­seca nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais, em 11 de Maio de 1925 e é licen­ci­ado em Dire­ito. Exerceu diver­sas activi­dades profis­sion­ais antes de se dedicar inteira­mente à lit­er­atura. A sua for­mação académica, o seu tra­balho como Comis­sário na Polí­cia, a sua espe­cial­iza­ção em psi­colo­gia crim­i­nal e toda a sua exper­iên­cia e con­tac­tos iner­entes à activi­dade poli­cial mar­caram forte­mente a sua obra literária e cria­tiva. Autor de romances, con­tos, ensaios e guiões, a sua obra tem sido objecto de adap­tação ao cin­ema, ao teatro e à tele­visão. Entre as suas per­son­agens mais con­heci­das e pro­tag­o­nista de alguns dos seus romances e con­tos notabilizou-se o detec­tive pri­vado Man­drake, que saindo das pági­nas da sua obra literária se pop­u­lar­iza através de uma série para a tele­visão brasileira.

Fonte: Ciberescritas

A Fundação José Saramago associa-se à homenagem, relembrando uma passagem do IV volume dos Cadernos de Lanzarote e um jantar no Rio de Janeiro com Chico Buarque, Rubem Fonseca, João Ubaldo Ribeiro e outros amigos:

 

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publicado por Fundação Saramago às 11:35

La biblioteca que escapó del fuego

Domingo, 26.02.12

Rafael Argullol

El 12 de diciembre de 1933, dos barcos de vapor, el Hermia y el Jessica, remontaron el río Elba con un cargamento de 531 cajas. Abandonaban el puerto de Hamburgo con el propósito de dirigirse a los muelles del Támesis, en Londres. En las cajas, además de miles de fotografías y diapositivas, estaban depositados 60.000 libros. En principio, se trataba de un préstamo que debía prolongarse a lo largo de tres años. La realidad es que los libros ya no emprendieron el viaje de regreso a su lugar de origen, consumándose, así, el traslado definitivo, desde Alemania a Inglaterra, de la Biblioteca Warburg, una de las empresas culturales más fascinantes del siglo pasado y quizá la que resulta más enigmática desde un punto de vista bibliófilo.

Como estamos mucho más habituados a las imágenes de libros en las hogueras, resulta difícil de imaginar el proceso contrario: la salvación de una gran biblioteca del acecho de las llamas. La de Alejandría fue incendiada varias veces, y tenemos abundantes noticias sobre quema de libros en cualquier época sometida al fanatismo, hasta el pasado más reciente. Por eso llama la atención lo ocurrido con la Biblioteca Warburg. Curiosamente, todo fue muy rápido, pese a que las negociaciones secretas entre los alemanes y británicos implicados en el plan de salvación de la biblioteca fueron largas y laboriosas. A principios de 1933, Hitler alcanzó el poder, y a finales de ese mismo año los volúmenes que Aby Warburg había reunido en el transcurso de cuatro décadas ya se encontraban en su nueva morada londinense. Los acontecimientos se precipitaron, sometidos al vértigo sin precedentes de un periodo que culminaría en el mayor desastre de la historia. Los continuadores de la obra de Aby Warburg -pues este había fallecido un lustro antes- pronto advierten que será imposible proseguir con su labor bajo la vigilancia nazi. En consecuencia, empiezan los contactos destinados al traslado. Primero se piensa en la Universidad de Leiden, en los Países Bajos, donde escasean los fondos para el futuro mantenimiento. Después, en Italia, el lugar más adecuado de acuerdo con el contenido de la biblioteca, pero el menos fiable tras el largo Gobierno de Mussolini. Finalmente, se impone la opción británica. Eric M. Warburg, hermano de Aby, escribió una crónica pormenorizada de las negociaciones que, como apéndice, se incluye en el recién publicado texto de Salvatore Settis Warburg Continuatus. Descripción de una biblioteca (Ediciones de la Central y Museo Reina Sofía). El relato nos introduce en una trama de alta intriga.

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publicado por Fundação Saramago às 20:26

Stefan Zweig y la destrucción de Europa

Sexta-feira, 24.02.12

El novelista austríaco Stefan Zweig se suicidó en 1942 para acabar con su vida "en el momento apropiado" tras haber visto a Europa, su "patria espiritual", entonces inmersa en la Segunda Guerra Mundial, "destruirse a si misma", según la nota que dejó y que sacan hoy a la luz medios israelíes.

El manuscrito, redactado en alemán, fue publicado ayer en Internet por la Biblioteca Nacional de Israel, con motivo del 70 aniversario de la muerte del literato, periodista e intelectual judío.

Zweig huyó a Brasil en 1936, tres años después de que los nazis hubiesen subido al poder en Alemania y dos antes de que invadiesen su país natal.

El escritor ingirió un veneno letal con su mujer, Lotte, en la ciudad de Petrópolis, a 66 kilómetros de Río de Janeiro.

En la nota, encabezada con el portugués "declaraçao" (declaración) y luego desarrollada en alemán, Zweig explica que dice adiós a este mundo "de propia voluntad y con la mente clara" y agradece a Brasil su hospitalidad.

"Cada día he aprendido a amar más este país, y no habría reconstruido mi vida en ningún otro lugar después de que el mundo de mi propio lenguaje se hundiese y se perdiese para mí, y mi patria espiritual, Europa, se destruyese a si misma", escribió.

Pero, continua, rehacer una vida pasados los sesenta años de edad requiere "poderes especiales", cuando "su propio poder se ha gastado tras años de errar sin hogar".

"Prefiero, pues, poner fin a mi vida en el momento apropiado, erguido, como un hombre cuyo trabajo cultural siempre ha sido su felicidad más pura y su libertad personal. Su más preciada posesión en esta tierra", argumenta antes de desear a todos sus amigos que "vivan para ver el amanecer tras esta larga noche".

La nota fue recogida por la policía brasileña, que tuvo que recurrir a un doctor judío local para traducirla del alemán.

El médico pidió entonces quedarse con el original por su significado histórico, pero la policía se negó, porque lo necesitaba como evidencia en el caso.

El mismo doctor compró la nota veinte años después a un policía jubilado y en los noventa la donó a la Biblioteca Nacional de Israel, ubicada en Jerusalén.

Fuente: EFE

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publicado por Fundação Saramago às 10:40

Correntes d'Escritas 2012

Quinta-feira, 23.02.12

A Póvoa de Varzim recebe a partir de hoje mais uma edição das Correntes d'Escritas. Até ao dia 25 de Fevereiro, mais de cinquenta autores passarão pelos diversos espaços que habitualmente acolhem a programação deste festival literário. À semelhança de anos anteriores, o Auditório Municipal será o epicentro de todo o encontro com um conjunto de mesas dedicadas aos mais diversos temas. Também este ano está prevista a visita de um conjunto de autores a escolas do concelho para, aí, contactarem com alunos, aproximando os leitores de muitos daqueles que conhecem apenas através

das páginas de livros. No Hotel Axis Vermar terão lugar diversas sessões de apresentação de livros. No último dia das Correntes, a partir das 19.30 Horas, serão apresentados os vencedores dos Prémios Ler/Booktailors, que na sua primeira edição distinguiram a Fundação José Saramago, juntamente com a Editorial Caminho, com o prémio de Promoção de Autor Português. Ainda no sábado, comemora-se o 25º aniversário da revista Ler.

Hoje, no primeiro dia das Correntes, foi anunciado o nome do vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa, que distinguiu Rubem Fonseca, este ano presente na Póvoa de Varzim, pelo seu livro Bufo & Spallanzani (Sextante Editora). A edição deste ano da Revista das Correntes, hoje apresentada, é integralmente dedicada a Eduardo Lourenço.

A programação integral pode ser consultada aqui.

O acompanhamento do dia-a-dia das Correntes pode ser feito através dos seguintes blogues:

Cadeirão Voltaire
Bibliotecário de Babel
Blogtailors
Ciberescritas
A Volta do Parafuso

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publicado por Fundação Saramago às 14:22


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A Casa dos Bicos, edifício histórico do século XVI situado na Rua dos Bacalhoeiros, em Lisboa, é a sede da Fundação José Saramago.

A Casa dos Bicos pode ser visitada de segunda a sábado, das 10 às 18h (com última entrada às 17h30).
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A Casa feita de livros pode ser visitada de segunda a sábado, das 10 às 14h30. Também pode percorrê-la virtualmente, aqui.

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