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Filme "José e Pilar" em Manágua

Segunda-feira, 30.04.12

  O filme "José e Pilar", de Miguel Gonçalves Mendes, é apresentado pelo escritor Sergio Ramírez no Centro Cultural de Espanha na Nicarágua, em Manágua, na quinta-feira, dia 3 de maio, às 18:30.

 A sessão, com entrada gratuita, é promovida pela Embaixada de Espanha na Nicarágua e pela Fundação José Saramago e tem a participação do embaixador de Espanha, Léon de la Torre Krais, e do escritor nicaraguense Sergio Ramírez, que foi amigo de Saramago.

 

 

 

Site oficial do filme: http://www.joseepilar.com/

 

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publicado por Fundação Saramago às 21:56

25 de Abril

Quarta-feira, 25.04.12

Em Rabat, o Instituto Camões e o Instituto Cervantes juntam-se para projectar o filme e assinalar o dia da Liberdade:

A Fundação José Saramago deseja a todos um grande 25 de Abril.

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publicado por Fundação Saramago às 01:59

Miguel Portas

Terça-feira, 24.04.12

O adeus público a Miguel Portas será em Lisboa, no Palácio Galveias das 15 e as 19 horas de sábado, 28 de abril. No domingo, haverá uma sessão evocativa no Jardim de Inverno do Teatro S. Luiz, a partir das 14:30, cumprindo a vontade expressa do eurodeputado. O funeral será privado.

Miguel Portas, jornalista, escritor, cidadão, morreu aos 53 anos no dia 24 em Antuérpia, na Bélgica, onde estava hospitalizado, na sequência de um cancro no pumão.

Actualmente era eurodeputado eleito pelo Bloco de Esquerda. Sempre atento e solícito, confundiu a sua vida pública com a privada porque lhe urgia a militância política a partir de uma posição clara e inequívoca de serviço público. A Fundação José Saramago dá os pêsames à sua família, amigos e aos militantes e eleitores do Bloco de Esquerda.

 

O Bloco de Esquerda, de que foi fundador e eurodeputado, refere que Miguel Portas "encarou a sua própria doença como fazia sempre tudo, da política ao jornalismo: de frente e sem rodeios."

"Teve uma vida intensa e viveu-a intensamente. Durante toda a sua doença continuou sempre a cumprir as suas responsabilidades e estava, neste preciso momento, a preparar o relatório do Parlamento Europeu sobre as contas do BCE", lembra ainda o BE em comunicado.

Filho do arquiteto Nuno Portas e da economista Helena Sacadura Cabral, irmão de Paulo Portas e da empresária Catarina Portas, Miguel Portas deixou dois filhos. Fazia 54 anos no dia 1 de maio.

Jornalista de profissão, fundou o jornal "Já" e a "Vida Mundial", de ambos tendo sido diretor. Também integrou a redação do "Expresso".

Ativista político desde antes do 25 de Abril, militou no PCP a partir de 1974. Em 1989 rompeu com o partido, criticando-lhe a incapacidade de renovação ideológica. Em 1999, integrou com Francisco Louçã, Luís Fazenda e Fernando Rosas o quarteto fundador do Bloco de Esquerda.

Nesse ano concorreu pela primeira vez às eleições europeias, não conseguindo ser eleito. Foi-o pela primeira vez nas europeias seguintes, em 2004. Em 2009 voltou a ser cabeça-de-lista, tendo o BE triplicado o número de eleitos (de um para três).

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publicado por Fundação Saramago às 22:08

Dia Mundial do Livro - Apresentação de Lucerna

Domingo, 22.04.12

Difícil ter de explicar um nascimento, seja de um ser humano ou seja, como neste caso, o de uma revista literária e eletrónica. Os nascimentos acontecem e as vidas desenvolvem-se sem necessidade de notas introdutórias, como muito se comenta o porquê do nome escolhido para a criatura e se lhe deseja que tenha uma boa e longa vida. Façamos o mesmo aqui, que tal parece ser coisa sensata.

Lucerna, dizem os dicionários, é “uma janela alta que serve para ventilar e dar luz a um quarto”. É também sinónimo de claraboia, palavra escolhida por José Saramago no começo da sua vida literária para intitular um romance e para, talvez, concretizar uma declaração de intenções daquilo que queria que fosse o seu trabalho de escritor: olhar através de uma janela discreta o que se passa no mundo ou nas almas, observar com atenção ativa e respeitosa, contar o que tinha visto, refletir sobre os movimentos que são o viver. É o que se pretende modestamente com Lucerna.

Desde a origem da Fundação José Saramago que se viu a necessidade de uma revista que recolhesse textos e indicações dos seus colaboradores literários, que são muitos no mundo, vinculados tanto a universidades como às diferentes literaturas nacionais. Em alguns casos serão ensaios sobre a obra de José Saramago, embora Lucerna não nasça para o estudo da obra do Patrono da Fundação, mas para indagar sobre o que se está fazendo e para recuperar autores e livros-chave que não devemos nunca perder de vista porque são património de todos. Também em Lucerna, que terá uma periodicidade mensal, se procurará estimular a leitura nos diversos suportes já que, assumindo o lado bem-humorado de José Saramago, “Ler faz bem à saúde”.

 

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publicado por Fundação Saramago às 16:40

La novela perdida de Saramago

Segunda-feira, 16.04.12

*

Presentación de Claraboya
Dossier de prensa

*

El primer libro que escribió José Saramago nunca vio la luz. Hasta ahora, 59 años después. Se titula Claraboya y lo publicará Alfaguara a partir de mañana, 01 de marzo. Una novela rechazada por los editores de entonces, extraviada luego y recuperada ahora.

El manuscrito que devolvió el viento
Por Juan Cruz

1953. Este hombre, José Saramago, era un trabajador de muchos oficios; y era, como su abuelo, como sus padres, como los hombres y como las mujeres de Azinhaga, el pueblo portugués en el que había nacido en 1922, una persona silenciosa y sutil, en cuyo interior vivían los dramas que vivía y aquellos que imaginaba detrás de las pequeñas viviendas o dentro de los edificios altos. Ya está en Lisboa, trabaja. Y escribe; ese carácter reconcentrado esconde a un poeta, y a un novelista. Luego será muy conocido, llegará a premio Nobel, pero en ese momento acaba de terminar una novela, su primer libro, y lo titula Claraboya. Lo lleva a una editorial, deja allí el manuscrito, y vuelve a su quehacer lento y melancólico en el medio más hostil posible para la convivencia y para la imaginación: el Portugal de la dictadura de Salazar. Se dedicó a esperar por una respuesta…, y ésta no llegó hasta 1989, cuando él estaba enfrascado en un libro nuevo, El Evangelio según Jesucristo.(En la imagen José Saramago, en cuclillas, delante de dos amigos en los años cincuenta)

1989. Durante más de cuarenta años, Saramago, periodista, escritor ahora de éxito, había mantenido un silencio pertinaz, dedicado a sus diversos oficios, pero marcado por aquel “silencio doloroso, imborrable y de décadas”, como dice Pilar del Río, su mujer, su traductora, la presidenta de la Fundación José Saramago en el prólogo del libro que aparece, por fin, en español, en portugués y en otras lenguas, pues el manuscrito apareció, finalmente, y precisamente en ese año decisivo (para él, para su literatura) de 1989… La editorial a la que se lo había enviado, en una mudanza, descubrió el manuscrito; de una manera muy conmovedora, Pilar del Río, que lo conoció por entonces, cuenta en el prólogo de esa edición (Caminho en Portugal, Alfaguara en España) cómo recibió Saramago la noticia: se estaba afeitando, y con la cara aún enjabonada tomó el teléfono que sonaba… Le propusieron, claro, editárselo en ese momento, pero él estaba enfrascado en otra historia, no mostró interés, ni siquiera mostró interés, ya con el manuscrito en la mano, en recuperar la iniciativa, darlo a otra imprenta…

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publicado por Fundação Saramago às 10:20

Más de cien mil personas en Sevilla son usuarias de bibliotecas públicas municipales

Terça-feira, 10.04.12

Las bibliotecas públicas municipales José Saramago y Rafael Alberti de Mairena del Aljarafe han superado ya los 100.000 usuarios y han aumentado sus servicios a lo largo del año pasado, entre los que se encuentra la instalación de una red wifi gratuita en ambos centros. El Ayuntamiento de Mairena del Aljarafe informa de que ambas instalaciones siguen creciendo a la hora de ofrecer servicios al ciudadano, como es la ampliación de actividades durante 2011, así como los 2.143 nuevos documentos que se suman a los 18.352 existentes en ambos centros municipales.

Un total de 108.541 usuarios se han beneficiado a lo largo del pasado año de los servicios que ofrecen ambas bibliotecas y, como consecuencia de ello, destacan los 15.162 préstamos llevados a cabo a lo largo de 2011. Además, a finales de 2011 el Ayuntamiento de Mairena del Aljarafe puso en marcha el servicio de red wifi en la Biblioteca Rafael Alberti, con lo que ahora ambos edificios permiten el acceso gratuito a internet.

Junto al préstamo de libros, estos centros ofrecen también otros servicios, tales como los cuentacuentos, los talleres de manualidades y de animación a la lectura o el servicio de orientación y referencia.

 *

José Saramago hizo su formación en bibliotecas públicas. Frecuentó la Biblioteca Municipal das Galveias, en Lisboa, que hoy le dedica su sala noble. Defensor de la lectura en bibliotecas públicas, amante de los libros, escribió para una asociación de bibliotecarios el siguiente texto:

Una biblioteca oscura y triste
José Saramago

Las bibliotecas han cambiado mucho desde el día en que, en la Lisboa de finales de los años treinta, entré por primera vez en una de ellas. Era un lugar donde el tiempo parecía haberse parado, con armarios que forraban las paredes desde el suelo hasta casi el techo, las mesas largas con sus pequeñas estanterías móviles a la espera de los lectores, que nunca eran muchos. El bibliotecario se sentaba al fondo de la sala, detrás de un escritorio antiguo, de esos de palo santo labrado.

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publicado por Fundação Saramago às 23:57


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