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  <title>Fundação José Saramago</title>
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  <description>Fundação José Saramago - SAPO Blogs</description>
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  <pubDate>Mon, 21 May 2012 13:34:58 GMT</pubDate>
  <title>José Saramago entrou na Casa dos Bicos</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;p&gt;Se o trabalho que uma pessoa realiza ao longo de uma vida o define como ser humano, e é a sua carta de apresentação, o seu primeiro eu, não deve surpreender que se diga que José Saramago já está na Casa dos Bicos, porque nela entrou o produto do seu esforço, o trabalho levantado dia a dia que o fez ser o homem que conhecemos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A chegada dos livros que escreveu e dos que o formaram, os documentos que produziu, a correspondência que trocou, em definitivo, o seu legado, é uma forma de habitar um espaço que foi concebido para a vida e que vivo continuará estando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Casa dos Bicos, que alberga a Fundação José Saramago, está desde hoje mais rica e luminosa. Lisboa e Portugal contam com um novo tesouro que enriquece o seu património.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim foi entrando na Casa dos Bicos o legado de José Saramago:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; classid=&quot;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;src&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/lOxmE-4O3yk?version=3&amp;amp;hl=es_ES&amp;amp;rel=0&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;embed style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/v/lOxmE-4O3yk?version=3&amp;amp;hl=es_ES&amp;amp;rel=0&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;
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  <category>casa dos bicos</category>
  <category>jose saramago</category>
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  <pubDate>Mon, 21 May 2012 13:32:29 GMT</pubDate>
  <title>Lucernario - Claraboia - Feltrinelli - Itália</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=Blz3PlII8SWHO5fCTiAS&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2a0933b2/12334413_dz3yU.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>claraboia</category>
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  <pubDate>Mon, 21 May 2012 13:31:05 GMT</pubDate>
  <title>Dalton Trevisan distinguido com o Prémio Camões </title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=ZscdEFkWrg5saINpB3j8&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0506a446/12327650_0jasn.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;141&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O escritor brasileiro Dalton Trevisan foi distinguido com o Prémio Camões, o maior prémio literário de língua portuguesa. O prémio foi anunciado esta segunda-feira em Lisboa pelo secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tal como tem sido habitual ao longo dos anos na conferência de imprensa o júri leu a acta da reunião, apresentando as razões justificativas da escolha do premiado. A escolha de Dalton Trevisan, um dos mais importantes e premiados escritores brasileiros, foi unânime.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O autor de “O Vampiro de Curitiba” (que passou a ser a sua alcunha) é &quot;um dos maiores escritores brasileiros da actualidade&quot;, considerado &quot;o maior contista moderno do Brasil&quot; distingue-se pela originalidade das histórias que escreve e pelo mistério que criou à volta da sua vida pessoal.Não gosta de dar entrevistas nem de ser fotografado e não é visto nas ruas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O júri do prémio não conseguiu ainda contactar o autor, está a tentar fazê-lo. Nesta 24ª edição do Prémio Camões foi constituído por Rosa Martelo, professora associada da Faculdade de Letras da Universidade do Porto; Abel Barros Baptista, professor associado da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa; a poeta angolana Ana Paula Tavares; o historiador e escritor moçambicano João Paulo Borges Coelho; Alcir Pécora, professor da Universidade de Campinas, Brasil, e o crítico, ensaísta e escritor brasileiro Silviano Santiago.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dalton Trevisan, que nasceu em 1925 em Curitiba, é licenciado em direito e foi depois de ter sido jornalista policial e crítico de cinema, que se dedicou à literatura.. Começou a publicar em 1945, apesar de mais tarde ter renegado os seus dois livros de juventude: &quot;Sonata sempre ao Luar&quot; e &quot;Sete anos de Pastor&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre 1946 e 1948, editou a revista &quot;Joaquim&quot;, &quot;uma homenagem a todos os Joaquins do Brasil&quot;, por onde passaram os maiores nomes da cultura brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1959, lançou &quot;Novelas Nada Exemplares&quot; e recebeu o Prémio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro. &quot;Cemitério de Elefantes” (Prémio Jabuti e Prémio Fernando Chinaglia, da União Brasileira dos Escritores) foi uma das primeiras obras do escritor editadas em Portugal, pela Relógio d’Água, em 1984. DEstaca-se também &quot;Noites de Amor em Granada&quot; e &quot;Morte na Praça&quot; (Prémio Luís Cláudio de Sousa, do PEN Club do Brasil). &quot;Guerra Conjugal&quot; , um dos seus livros também publicado em Portugal, foi transformado em filme em 1975. Só publicou até agora um romance: &quot;A Polaquinha&quot;. Em 1996, recebeu o Prémio Ministério da Cultura de Literatura pelo conjunto da sua obra. E em 2003, dividiu com Bernardo Carvalho o Prémio Portugal Telecom de Literatura com o livro &quot;Pico na Veia&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Prémio Camões, instituído por Portugal e pelo Brasil em 1989, é o maior prémio de prestígio da língua portuguesa, no valor de cem mil euros. Com a sua atribuição é prestada anualmente uma homenagem à literatura em português, recaindo a escolha num escritor cuja obra contribua para a projecção e reconhecimento da língua portuguesa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Miguel Torga foi o primeiro escritor a ser distinguido com o prémio em 1989 e desde então já foram premiados João Cabral de Melo Neto, José Craveirinha, Vergílio Ferreira, Rachel de Queiroz, Jorge Amado, José Saramago, Eduardo Lourenço, Pepetela, Antonio Candido, Sophia de Mello Breyner Andresen, Autran Dourado, Eugénio de Andrade, Maria Velho da Costa, Rubem Fonseca, Agustina Bessa-Luís, Lygia Fagundes Telles,Luandino Vieira, António Lobo Antunes, João Ubaldo Ribeiro, Arménio Vieira e Ferreira Gullar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O escritor português Manuel António Pina foi o premiado na edição do ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/Cultura/dalton-trevisan-distinguido-com-o-premio-camoes--1546977&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>dalton trevisan</category>
  <category>prémio camões</category>
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  <pubDate>Mon, 21 May 2012 13:07:17 GMT</pubDate>
  <title>Manoel de Barros recebe Prémio de Literatura Casa da América Latina/Banif</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=T96lOW1Zi1zQM0fYjlmH&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1d09dff8/12327618_QCaar.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;150&quot; height=&quot;139&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Realiza-se no próximo dia 24 de maio a cerimónia de entrega do Prémio de Literatura Casa da América Latina/Banif 2012, que distinguiu a obra &lt;i&gt;Poesia Completa&lt;/i&gt;, de Manoel de Barros (Ed. Caminho).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cerimónia terá lugar na Casa da América Latina, pelas 12 Horas.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>casa da américa latina</category>
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  <pubDate>Mon, 21 May 2012 12:37:38 GMT</pubDate>
  <title>Orlando da Costa relembrado na Casa Fernando Pessoa</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=dw0dWVyPVulEorzOeGmc&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B50096485/12327383_tWsEO.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;120&quot; height=&quot;184&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A Casa Fernando Pessoa acolhe no próximo dia 24 de Maio, às 18.30 Horas, uma homenagem ao escritor Orlando da Costa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A sessão contará com a presença de Mário de Carvalho, Maria Barroso, Urbano Tavares Rodrigues e moderação de Everton Machado. Será ainda lido um testemunho escrito de José Manuel Mendes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta homenagem integra o Colóquio Internacional ACT 27, &lt;em&gt;Goa Portuguesa e Pós Colonial: Literatura, Cultura e Sociedade&lt;/em&gt; (uma organização da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa).&lt;/p&gt;</description>
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  <category>orlando da costa</category>
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  <pubDate>Sun, 20 May 2012 10:54:18 GMT</pubDate>
  <title>Esquecer Saramago</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=2skRDk3Z2aSepYcD8apf&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4b096396/12319366_dhuWT.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;355&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ESQUECERSARAMAGO é uma obra colectiva de texto e imagem que reflecte, através de um mosaico de visões gráficas, a obra do Nobel da literatura português. O livro apresenta doze projectos de artistas plásticos — onze alunos e ex-alunos da ESAD.CR e um convidado especial, Pedro Penilo – que invocam, nos seus termos estéticos, onze textos fundamentais de José Saramago. Cruza-se a memória de quem leu Saramago, num momento marcante do seu percurso artístico pessoal (Anabela Santos, Bruno Bogarim, Eunice Artur, Orphanus Lauro e Pedro Penilo) e a experiência nova de novos leitores (André Banha, André Graça Gomes, João Ferreira, Mónica Landim, Nuno Fragata e Ricardo Braz), que aqui tomam contacto, pela primeira vez, com os textos do autor de &lt;em&gt;Memorial do Convento&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projecto tem duas componentes, livro (edição) e mala-exposição itinerante. Sob a forma de livro, é um exercício editorial complexo, procurando ajustar cada visão artística à sua respectiva apresentação, num todo que funciona como uma mostra colectiva de arte contemporânea. A mala-itinerante é um projecto expositivo de Biana Costa com André Teles, em cujos compartimentos interiores se podem encontrar originais e reproduções realizados pelos autores individuais, para além de um exemplar do livro (numerado). É uma boite-en-valise que se propõe como acontecimento relacional (a circulação da peça pelas diversas instituições e espaços que acolherem o ‘esquecimento de Saramago’).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Curadoria de Mário Caeiro&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ESQUECER SARAMAGO tem início no dia 21 de Maio pelas 17h, na Biblioteca da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (Campus da Caparica), com a inauguração da exposição de todos os trabalhos. A entrada é livre.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>jose saramago</category>
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  <pubDate>Sun, 20 May 2012 10:25:45 GMT</pubDate>
  <title>Academia Brasileira de Letras homenageia Carlos Fuentes</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;p&gt;A Sala José de Alencar recebe no próximo dia 24 de maio os membros da Academia Brasileira de Letras, Nélida Piñon e Eduardo Portella, para uma mesa-redonda de homenagem a Carlos Fuentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui deixamos o convite:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=qsi88CwhVL6fKD1vaqtW&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0e0653dc/12319285_BOnDO.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;352&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>nelida pinon</category>
  <category>carlos fuentes</category>
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  <pubDate>Sun, 20 May 2012 10:04:45 GMT</pubDate>
  <title>Lo llamamos destino. Una entrevista a José Saramago</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=jrZA9b4B5WCqfLpaVohn&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2206cb5e/12319249_C98zt.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;155&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Silvia Lemus, esposa de Carlos Fuentes, entrevistou várias vezes José Saramago, uma delas a propósito do lançamento de &lt;em&gt;O Homem Duplicado&lt;/em&gt;. Agora que se anuncia a rodagem de um filme sobre esse livro, recuperamos a entrevista publicada na revista mexicana &lt;em&gt;Nexos&lt;/em&gt;e fazêmo-lo também como testemunho de respeito pela entrevistadora, companheira de vida do desaparecido Carlos Fuentes: &quot;En estos momentos me interesa mucho más el individuo, el individuo que está ahí, que es un igual a mí en el sentido de que ambos somos seres humanos, y que está ahí en la calle, y que pasa, y tengo necesidad de saber quién es él, y volvemos a lo mismo: ¿quién es el otro?&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Su última novela, El hombre duplicado, nos hace pensar en nuestra dualidad como seres humanos. Todos tenemos un yo interno idéntico a nosotros mismos y, al mismo tiempo, distinto de nosotros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes que nada, soy José Saramago, soy escritor y soy portugués. Ahora bien, respondiendo a tu pregunta, yo no lo llamaría, en todo caso, una dualidad, más bien una multiplicidad. Creo que nos hemos puesto de acuerdo en los últimos tiempos en que el yo no existe, no hay nada de constante, de permanente. La vida de cada uno de nosotros es lo que se puede llamar yo\ si eso no existiera en cada circunstancia y en cada momento de la vida en la juventud, en la edad madura, en la vejez, siempre habría algo intacto, inmutado, que sería el yo. Creo que está claro incluso en la obra de unos cuantos autores, y ahora estoy pensando particularmente en Fernando Pessoa, con la creación de una pluralidad de poetas que transportaba dentro y que se expresan de modo distinto para decir cosas distintas, hasta el punto de que a veces uno no sabe muy bien qué es lo que pensaba Fernando Pessoa; sabemos muy claramente qué es lo que pensaban y cómo expresaban lo que pensaban Ricardo Reis, Alvaro de Campos, Alberto Caeiro, Bernardo Soares y Fernando Pessoa. El, Fernando Pessoa, la persona en sí, se queda retrasada; lo que aparece en primer lugar son los otros, para decirlo así, el yo. Ocurre esto: aunque no tengamos la conciencia muy clara de qué es ser así, lo que hacemos a lo largo de toda la vida es buscar una identidad para uso exterior, es decir, entre todo lo que podríamos ser definimos un personaje de nosotros mismos, que es lo que paseamos, lo que llevamos a la calle, es lo que está ahí para tener una relación con los demás; y hacemos un esfuerzo tremendo para que no parezca que podríamos ser otras cosas. Y a veces esto, cuando llega a transformarse en un conflicto, se resuelve por la locura, la gente que no es capaz de dar de sí misma una sola imagen, y se dispersa. Fernando Pessoa lo ha resuelto en esa constelación de otros que en el fondo son manifestaciones de una persona que no tiene efectivamente un yo. Porque, si fuera cierto, cuando yo tenía cinco años tenía un yo que sería el mismo yo de cuando tenía 24 ó 53 ó 79 u 80, que es la edad que tengo ahora, y lo que pasa no es eso. Vamos cambiando. El yo cambia, y con el cambio ya no es yo.&lt;/p&gt;
&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Continuar a ler...&quot;&gt;
&lt;p&gt;Su novela está llena de humor, pero deja un sabor amargo, ¿porqué?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sí, lo deja. En el fondo, ahí se presentan dos cuestiones. Una es muy corriente y consiste en preguntarnos quién es el otro. Cada uno es el otro, y ¿qué es lo otro? Yo soy el otro del otro, pero como cada uno de nosotros es el fondo y es el centro del universo porque tenemos una conciencia, y la conciencia hace que nos pertenezca a nosotros y por eso es conciencia, interpretamos, para decirlo así, el mundo. Entonces no nos preguntamos tanto quién soy yo sino preguntamos siempre quién es el otro, como si el yo estuviera resuelto, y ya vimos que no está.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En la novela se da la existencia de otras personas exactamente iguales, pero iguales en todo, es decir, incluso si uno tiene un accidente y queda con una cicatriz, el otro tendrá una cicatriz en el mismo miembro y en el mismo lugar; si uno se deja crecer el bigote, el otro, sin saberlo, hará lo mismo. Son doubles authentics, no sencillamente personas que se parecen una a la otra. La pregunta es ésta: ¿cómo puedo soportar la existencia de alguien exactamente igual a mí? El hecho de que uno igual exista, de alguna forma usurpa mi propio lugar en el mundo, me quita espacio. La novela también es un divertimento, el humor está ahí, en las situaciones que se presentan; pero todo eso poco a poco va en dirección de algo que a lo mejor ni el propio autor esperaba al principio, y que el lector no espera: va en dirección a una tragedia, la insoportabilidad de soportar al otro como si fuera el yo. Entonces, la pregunta de quién es el otro no tiene respuesta, y tampoco tiene respuesta la pregunta de quién soy yo. Vamos a vivir, y vamos a vivir lo que tengamos que vivir, y vendrán otros que siempre tendrán motivos para hacer la misma pregunta, y no hay respuesta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Yo no sé quién soy. Hablando con franqueza total, no sé quién soy. Por qué me dices &quot;¿usted quién es?&quot;. Yo empecé por decir que soy José Saramago, soy escritor y soy portugués, pero ¿qué significa eso? Esas no son respuestas a la pregunta ¿quién soy yo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;¿Cuáles son los límites, entonces, de nuestra duplicidad, de nuestra dualidad?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En una novela mía que llamé Ensayo sobre la ceguera hay un personaje, una chica que en un momento determinado pronuncia estas palabras: &quot;Hay entre nosotros una cosa que no tiene nombre, y esa cosa es lo que somos&quot;. La frase parece un poco extraña. En primer lugar, si no tiene nombre no podemos, obviamente, nombrarla, y el primer problema se encuentra ahí: cómo digo algo de mí mismo si no tengo un nombre para ponerle; nombres para comunicarnos y, además, nombres que sean consensuados, que cuando yo diga algo sea entendido por mi interlocutor. Pero si esa cosa que somos, si el personaje tiene razón y creo que la tiene, si esa cosa que somos no tiene nombre, ¿cómo vamos a nombrarla? Es un problema que en el fondo pertenece mucho más a la filosofía que a la literatura, lo que no significa que un escritor, un novelista, no pueda interesarse por el tema y por el problema, y en la medida de sus capacidades expresarlo en un libro que en el fondo es una ficción.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En esta novela se nota que usted se ha despojado de muchos elementos que quizás ha usado en otras anteriores. Digamos, está más desvestida, más desnuda, más directa, ¿lo encuentra así?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sí, y no sólo en ésta. Yo diría que es una especie de desnudamiento, una especie de aridez, aridez que no es hostil, que no se ha secado. No hay una disciplina, hay una contención. Empezó con Ensayo sobre la ceguera, continuó en Todos los nombres-, en La caverna no sucede tanto. Pero en El hombre duplicado volvió esa especie de sequedad en que las palabras son las que tienen que ser usadas y no otras, es decir, el estilo no tiene adornos, es un estilo mucho más directo. Pero creo que eso tiene que ver con un cambio de estilo a partir de Ensayo sobre la ceguera. A veces digo que hasta El Evangelio según Jesucristo he estado describiendo una estatua, la estatua es la superficie de la piedra, y a partir de El Evangelio según Jesucristo me fui adentrando en la piedra, a ese lugar donde la piedra no sabe que es estatua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En estos momentos me interesa mucho más el individuo, el individuo que está ahí, que es un igual a mí en el sentido de que ambos somos seres humanos, y que está ahí en la calle, y que pasa, y tengo necesidad de saber quién es él, y volvemos a lo mismo: ¿quién es el otro? Porque quizá para que yo pueda contestar, suponiendo que tiene respuesta la pregunta, quizá necesite empezar por entender quién es el otro, y esto es lo que tiene que ver con la forma narrativa, con el estilo; esto llevó a la preocupación de que la palabra sea exacta, precisa, que no se pierda en ornatos y en fantasías.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No da muchas descripciones en esta novela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No, nunca, es decir, nunca digo si un personaje es alto o bajo o gordo o flaco, o si es guapo; no me interesa, incluso no me interesan los nombres de los personajes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero pareciera que le interesaran porque Tertuliano Máximo Afonso es un gran nombre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sí, lo es, pero insta a acentuar un poco el ridículo de la situación. Es decir, un hombre que tiene un nombre raro, que se llama Tertuliano Máximo Afonso, parece que tiene una interioridad fuerte y se da cuenta de que existe, de que tiene un duplicado. Toda la pompa de ese nombre se convierte en nada, en todo, porque se enfrenta a esa realidad brutal de que no le sirve de nada tener un nombre que no se parece a nadie más si existe alguien que es exactamente igual. El nombre Tertuliano Máximo Afonso me salió así, espontáneamente. Al decir Tertuliano Máximo Afonso parece que estoy diciendo todo lo que hay que decir de ese señor, y al final lo que estoy diciendo es nada, porque tendría que decir algo semejante de alguna otra persona que todavía no está presente y que es duplicado cuando aparece.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta novela nos da la impresión de que no termina nunca, que no puede cerrarse, que el protagonista que sobrevive está condenado a encontrar al siguiente doble, ¿es así?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No sabemos qué pasará. Antes hay algo que quizás incluso sea más importante y es el hecho de encontrar un doble. Para todos los efectos, Tertuliano Máximo Afonso está muerto, y porque no tiene otro remedio es una identidad del que ha muerto. En este caso hay alguien que finalmente no puede decir quién es en ninguna circunstancia. Desde el punto de vista civil, burocráticamente hablando, está muerto, pero no puede ser al mismo tiempo el otro aunque tenga que asumir la identidad del otro. Es decir, Tertuliano Máximo Afonso no puede llamarse nunca más Tertuliano Máximo Afonso, el nombre que tiene que usar no es suyo, entonces vive en una especie de limbo: no es lo que antes había sido, ni tampoco puede ser lo que finalmente tiene que ser. Esto parece un poco complicado pero en la lectura se observa con mucha claridad.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;¿Tertuliano Máximo Afonso es el espejo de Antonio Claro, o es al revés?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No, cada uno de ellos es espejo del otro. Recordemos que al principio de la novela Tertuliano Máximo Afonso todavía no ha encontrado su doble, se enfrenta con el espejo y de alguna forma se dibuja en el espejo. El primer doble en el fondo es él mismo. Pero hay que romper el espejo, ese es el problema: el espejo nos da una imagen que no es real, pero en este caso el espejo, que es la existencia del otro, es real, concreto. De alguna forma me encuentro conmigo mismo en el espejo a partir del momento en que no me miro; no vivo, el espejo no existe, es decir, cuando esa imagen se acaba. Se puede decir: &quot;sí, pero usted puede hacer pedazos el espejo&quot;, sí, pero se necesita que no esté ahí. En el caso del doble auténtico, aunque yo no esté con él, sé que existe, ese espejo muestra en cada momento mi propia imagen. La tensión que se crea en este conflicto es tal que la única forma de salir de ahí es romper el espejo, llevar al otro a la muerte aunque esa muerte ocurra por un accidente; de todos modos el conflicto estaba abierto y uno de ellos tendría que desaparecer. En el fondo, todo esto acaba en una tragedia, pero que el lector no se asuste porque de todos modos se va a divertir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;¿Son las mujeres las grandes víctimas, las grandes engañadas en este juego de identidades?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En este caso sí, y la razón es muy sencilla: es porque al hombre, y en este caso concreto Tertuliano Máximo Afonso, le falta la valentía moral para enfrentarse a esa realidad, y hace lo peor que puede hacer, que es usar, manipular a la mujer de quien es novio, llevándola a hacer lo que a él le conviene. Esto no estaría mal si ambos se hubieran puesto de acuerdo, pero él la usa y ella, porque lo quiere, lo hace pero sin conocimiento de causa, y esa es la deslealtad máxima, es decir, él la usa sin decir para qué la usa y sin confiar en ella, y sobre todo sin confiar en sí mismo porque en el fondo, al no confiar en ella, lo que ocurre es que no tiene confianza en sí mismo. No significa que los personajes masculinos sean más fuertes que los femeninos porque ni Antonio Claro ni Tertuliano Máximo Afonso son, efectivamente, personajes fuertes. En el fondo, el personaje fuerte que tiene un papel, por decirlo así, pequeño, es la madre de Tertuliano, Casandra. Lo que teme que ocurra, ocurrirá, de alguna forma ella lo anuncia, pero la máquina está en movimiento; hay una suerte de destino implacable que lleva todo aquello en la misma dirección, incluso cuando parece que se está haciendo algo para que no ocurra, va a ocurrir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los personajes no tienen mucha importancia. Mejor dicho: no tienen la importancia que tienen en otras novelas, porque aquí se trata de decir otra cosa para la que los personajes no son muy valiosos. Lo importante es el conflicto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Es una novela escrita por un hombre muy joven.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;¿Por un hombre muy joven? No se puede decir eso, es faltar a la verdad.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esa es la sensación.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El autor tiene una edad, una edad correcta, pero el autor tiene la suerte y la fortuna de conservar la cabeza bastante sobria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;¿Cuáles son los límites entre la comedia y el drama? Si en una obra literaria o en una obra teatral, por ejemplo, ocurre algo fuera del guión, por llamarlo así, estamos asistiendo a una comedia. Si de repente ocurre algo en el escenario que está fuera del guión pero que pertenece a la realidad, por ejemplo la caída de un actor que puede llevarlo a la muerte, estamos ante un drama; es decir, la intervención súbita de algo que no pertenece a la comedia. Esto puede darse a la inversa: el drama está ahí y de repente se introduce, quién sabe cómo, un elemento cómico. En el fondo, así es la vida misma. Cuántas veces nos hemos encontrado en situaciones difíciles y nos damos cuenta de que algo, un elemento cómico, que puede que no invierta lo que está pasando, de todos modos está ahí. Diría que la comedia y el drama van juntos. Lo que pasa a veces es que uno va más adelantado que otro; en otras el que está retrasado aparece en primer lugar y se invierte algo que pareciera ser orientado en una dirección determinada, y cambia a una distinta. Eso ocurre constantemente en la obra de Shakespeare, en Hamlet, por ejemplo, en los diálogos se da consentimiento a los elementos cómicos pero todos sabemos que lo que está ahí es una tragedia que acabará en un desastre total. Lo cómico está siempre, aparece y desaparece, y nosotros sonreímos a pesar de que presenciamos una tragedia tremenda: al final todo el mundo muere, por el veneno o por la espada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;¿Podríamos hablar aquí de la tragedia de Tertuliano Máximo Afonso?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No es tanto la tragedia de él porque al final sobrevive. La novia se muere, él ocupa el lugar de Antonio Claro. No sabemos cuál será el futuro de esa pareja que se forma en circunstancias realmente extrañas pero que queda ahí formada; no sabemos qué pasará: ¿se van a soportar el uno al otro, incluso llegarán a quererse, llegarán a amarse? Puede ocurrir todo, eso queda en suspenso. Tragedia para los que no han sobrevivido. Es cierto que hay ese momento final, ese encuentro que Tertuliano tendrá con ese otro doble que aparece. No sabemos quién mata a quién, suponiendo que habrá un asesinato. Tertuliano mata al otro para que no tenga más dobles, suponiendo que no hay un tercero, un cuarto, un quinto doble. Cuando nos ponemos entre dos espejos para vernos, la imagen se multiplica hasta el infinito o hasta donde podamos verla. Puede que así ocurra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lo importante en la novela, hay otras cosas, o por lo menos espero, es la presencia del destino. No creo en el destino pero a veces estoy con Sancho Panza: no creo en brujas pero de que las hay, las hay. No creo en el destino pero a veces las cosas ocurren como si efectivamente existiera un destino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lo llamamos destino...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lo llamamos destino porque tenemos que nombrar las cosas, si no, no las entendemos. En honor a la chica de las gafas oscuras de El Evangelio según Jesucristo, quizá si pudiéramos darle un nombre empezaríamos a saber quiénes somos finalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Usted siempre ha sido un hombre de ideas políticas claras. ¿Cómo ve el mundo dominado por una sola gran potencia por encima de toda ley?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenemos un problema muy serio que, al contrario de lo que ocurre más o menos con todos los problemas que envuelven la vida social, no se discute. Vivimos en un tiempo en que tranquilamente se puede discutir todo en congresos, simposios, coloquios, artículos de periódicos, de revistas, ensayos. Curiosamente hay algo que tiene nombre, eso sí tiene nombre, pero no se discute, y lo único que no se discute es la democracia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Partimos de un principio o parece que partimos de un principio: la democracia es eso que está ahí y por lo tanto no vale la pena discutirlo, porque está ahí, está ahí desde ayer y desde anteayer, y está ahí como una especie de dato adquirido definitivamente. El problema del poder, al que siempre tenemos que volver, es que hay que saber quién lo tiene, hay que saber cómo, por qué lo tiene, cómo ha llegado a tenerlo, para qué lo quiere y para qué le sirve. Se puede decir que los ciudadanos votan, pero los ciudadanos no hacen nada más que eso, y voto en qué: voto en partidos, formo gobiernos, formo parlamentos, y ahí se acabó. Sabemos que el poder real, el poder efectivo, no es ése; no está en el parlamento, no está en el gobierno: está en el poder económico, que no tiene final, es pluricontinental. El determina todo, impone las reglas. Si no puedo cambiar el poder que está más arriba, por encima del poder político, entonces vivo en el engaño, porque me dicen: &quot;usted vive en democracia&quot;. ¿Qué es eso? Usted puede quitar un gobierno y poner otro, y muchas gracias. No puedo hacer nada más, no puedo cambiar el rumbo del mundo porque el rumbo del mundo está en manos de los gobiernos. El reciente caso de la guerra de Irak está clarísimo, es decir, está en las manos de un gobierno en la medida en que ese gobierno está ahí para servir a los intereses del otro poder: se busca el petróleo, se busca el dominio de todo el Oriente Medio. Irak es el puente a Asia, y Estados Unidos sabe muy bien que su rival se llama China; por tal motivo está uniendo sus bases y sus fronteras lo más lejos que se puede de Washington.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La reconstrucción de Irak es un negocio fabuloso, ¿Quiénes la hacen? Los mismos de siempre. No estamos hablando de democracia, sino de una plutocracia, de un gobierno de los ricos. No es que no haya pobres, cada vez hay más, Casi la mitad de la población mundial vive con menos de dos dólares al día; cada cuatro segundos se muere una persona de hambre, y nada se hace para evitarlo. Entonces, si hay algo que necesitamos es un debate serio, mundial, sobre la democracia. Ya no nos fiemos de los partidos, ni de los gobiernos, La ciudadanía no debe creer ciegamente que vive en democracia. Hay que mirar las cosas más de cerca; cuando lo hacemos nos damos cuenta que la realidad es otra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se inició mal el siglo XXI, ¿tiene esperanza?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No vale la pena ni tener esperanza ni tener desesperanza. Los hechos están ahí y hay que luchar contra los hechos. Puedo, incluso, no tener ninguna esperanza y aun así seguir luchando contra lo que pasa, Sería un esfuerzo infinito para mí y para los otros si nuestras esperanzas se cumplieran en nuestra vida, pero ninguna esperanza, sobre todo esperanza de este tipo, de esta dimensión, se cumple en nuestra vida. Vamos de guerra en guerra, de crisis en crisis, de hambruna en hambruna, de enfermedad en enfermedad, de desastre ecológico en desastre ecológico... El mundo es realmente un lugar de horror, no hay otro lugar de horror. El infierno no son los otros, como decía Sartre. El infierno somos nosotros mismos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fuente: &lt;a href=&quot;http://www.nexos.com.mx/?P=leerarticulo&amp;amp;Article=2101902http://&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Nexos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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  <category>carlos fuentes</category>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 10:38:15 GMT</pubDate>
  <title>&quot;Carlos, hermano, nos deja un gran legado&quot;</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px; float: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=JojcV7yOzKMo1DDZrEBz&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc9092ea6/12302828_tVZ6V.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;263&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&quot;Carlos/hermano/nos deja un gran legado&quot; foi a frase gritada com emoção pelos milhares de pessoas que quiseram estar presentes na cerimónia de despedida ao escritor Carlos Fuentes, na Cidade do México.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trânsito caótico do centro da Cidade do México parou, na manhã de quarta-feira, e os automobilistas e as pessoas que estavam na rua aplaudiram a passagem do cortejo fúnebre, entre a residência do escritor e o Palácio das Belas Artes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cerimónia de adeus nas Belas Artes, presidida pela viúva Silvia Lemus, reuniu centenas de pessoas, entre familiares e amigos do escritor, intelectuais, artistas e políticos, que se foram revezando em guardas de honra à urna coberta com a bandeira do México.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Milhares de pessoas esperavam na rua, ao sol, para e derradeira homenagem, e espontaneamente começaram a gritar aquela frase.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As cinzas do escritor serão sepultadas no cemitério de Montparnasse, em Paris, ao lado dos filhos do escritor, em data a anunciar.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Ler mais...&quot;&gt;
&lt;p&gt;O Presidente da República do México, Felipe Calderón, participou na homenagem, e declarou: &quot;Os seus pensamentos, os seus livros e a sua crítica não morrerão jamais. Viverá nas suas obras, nas suas palavras. Carlos Fuentes morreu para ser mais amado.&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ministra da Cultura e das Artes do México, Consuelo Sáizar, afirmou que &quot;dificilmente poderíamos compreender-nos sem Carlos Fuentes&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Federico Reyes Heroles falou em nome dos amigos do escritor, sublinhando que &quot;Fuentes encarnou a ideia de levar o México para o mundo e trazer o mundo para o México&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>carlos fuentes</category>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 09:29:43 GMT</pubDate>
  <title>Dilma comove-se na posse da Comissão da Verdade</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=e44QORsPcugCuBzGDVZb&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B6009faf1/12301941_FAoEM.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;133&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
A presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, comoveu-se ao falar, no dia 16 de maio, em Brasília, na tomada de posse dos sete elementos da Comissão da Verdade, que vai apurar dados concretos sobre os crimes da ditadura.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px;&quot;&gt;“A ignorância não é pacífica, pelo contrário, mantém latentes, mágoas e controles. A sombra e a mentira não são capazes de prover a concórdia”, disse Dilma com a voz embargada. “A força pode esconder a verdade, o medo pode adiá-la, mas o tempo pode trazê-la à luz. Hoje esse tempo chegou.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Ler mais...&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px;&quot;&gt;O representante das Nações Unidas, Américo Incalcaterra, destacou na cerimónia que o trabalho da comissão é &quot;um passo essencial para curar as feridas do País” e que as investigações são “decisivas para impulsionar reformas de direitos humanos no futuro mas não substituem o julgamento dos crimes”.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px;&quot;&gt;José Carlos Dias, membro da Comissão da Verdade, destacou que “se bem conduzidos, os trabalhos representarão uma institucionalizada memória coletiva. Haveremos de encontrar um caminho próprio para oferecer à nação. Ela se dá bem tarde perto da data em que (os factos) ocorreram, mas acontecem depois de três presidentes que sofreram os abusos daquela época”, afirmou em referência à Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px;&quot;&gt;Na cerimónia estiveram presentes todos os ministros do governo de Dilma, os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e José Sarney, familiares de desaparecidos políticos e militantes de direitos humanos. O grupo iniciou de imediato o trabalho de dois anos de investigação. De acordo com dados publicados no documento Direito à Memória e à Verdade, do governo brasileiro, são 150 casos de opositores do regime militar que, depois de presos ou sequestrados por agentes do Estado, desapareceram.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px;&quot;&gt;As detenções não foram registadas em nenhum tribunal ou prisão, os advogados não foram notificados e os familiares continuam à procura de esclarecimentos. A Comissão da Verdade não tem a tarefa de de julgar e punir. Assim como aconteceu com outros países como a Argentina e o Chile, o principal papel da comissão é abrir um espaço para dar voz às vítimas da ditadura e, a partir daí, encaminhar as informações para as autoridades competentes, como o Ministério Público e o poder judiciário.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.estadao.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Estado de S. Paulo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>brasil</category>
  <category>dilma rousseff</category>
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  <pubDate>Tue, 15 May 2012 19:15:08 GMT</pubDate>
  <title>Morreu Carlos Fuentes. Era um mestre, é um mestre</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;p&gt;Morreu um dos grandes, morreu um dos grandes amigos de José Saramago.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=oyOZMwg0r1VNdbsBzdEa&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B9d09728e/12293140_0AHAb.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;324&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O sorriso de Carlos Fuentes, o seu saber estar, o seu sentido de humor, a sua elegância. Tudo isto faz com que se sinta já a nostalgia pelo seu desaparecimento. A sua generosidade fez com que milhares de leitores nos aproximássemos do México e da sua enorme literatura. Homens assim são imprescindíveis. A dor da morte de Fuentes sente-se já no México: há homens que constroem, ele foi um deles, a palavra certa, a análise lúcida. Carlos Fuentes cruza agora ruas d&apos;&lt;em&gt;A Região mais transparente&lt;/em&gt;. Ainda de que sem vida tem direito à intimidade. Amanhã poderemos despedir-nos dele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pilar del Río&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Era autor de mais de 20 romances e contava com o Prémio Cervantes (1987) e o Príncipe de Astúrias (1994). Escreveu obras como &apos;La región más transparente&apos;, &apos;La muerte de Artemio Cruz&apos;, &apos;Cambio de piel&apos; ou &apos;Terra nostra&apos;. O velório será privado, em sua casa. Amanhã, às 13.00 (hora de México) será trasladado para o Palácio de Belas Artes, a instituição cultural mais emblemática do país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Ler mais...&quot;&gt;
&lt;p&gt;O escritor Carlos Fuentes morreu aos 83 anos no México, onde estava internado no hospital de los Angeles del Peregal, confirmou o Ministério da Cultura mexicano- Nascido na cidade do Panamá em 1928, Fuentes publicou mais de 20 romances e foi galardoado com o Prémio Cervantes (1987) e com o Prémio Príncipe das Astúrias (1994). Embora fosse repetidamente citado como candidato ao Nobel da Literatura, não chegou a ganhá-lo. Fuentes era uma das figuras cimeiras da literatura de língua castelhana e entre as obras que deixou figuram &quot;Adão no Éden&quot;, publicado em Portugal em 2012 pela Porto Editora, uma metáfora violenta e irónica de uma sociedade que se (des)estrutura em torno do tráfico de droga e da corrupção. &quot;O Velho Gringo&quot;, &quot;Cristóvão Nonato&quot;, &quot;A Laranjeira&quot;, &quot;Constância e outras novelas para virgens&quot;, &quot;Aura&quot;, &quot;Os anos com Laura Díaz&quot;, &quot;A Morte de Artémio Cruz&quot;, &quot;A Região mais transparente&quot; e a autobigráfica &quot;Aquilo em que acredito&quot; são algumas das obras que deixou. Dele disse o escritor colombiano Gabriel García Márquez: &quot;A sua fé no destino redentor das letras não tem limites&quot;. Era um escritor comprometido com o seu tempo e manteve até ao fim uma intervenção empenhada, patente nos artigos que publicava no jornal espanhol El Pais. Assim começava o último artigo que publicou nesse diário, a 3 de abril de 2012, intitulado &quot;Puerto Rico en Veracruz&quot;: &quot;Hay libros que merecen —que reclaman— una segunda lectura. Yo había leído La guerra y la paz de Tolstoi a los 21 años. Veinte más tarde, la novela me pidió que la re-leyese. Busqué una manera de volver a las 1.500 páginas del libro sin interrupciones. Telefonemas, citas para comer, cartas, diálogos, etc. Lo mejor era embarcarse para un largo viaje de alta mar sin más compañía que Tolstoi.&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: El País&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;*&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://&quot;&gt;http://cultura.elpais.com/cultura/2012/0&lt;wbr /&gt;5/14/actualidad/1336991040_045502.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;*&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;lt;p&amp;gt;&lt;a href=&quot;http://&quot;&gt;http://www.prensaescrita.com/adiario.php?c&lt;wbr /&gt;odigo=MEX&amp;amp;pagina=http://www.eluniversal.c&lt;wbr /&gt;om.mx&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
 
&lt;p&gt;*&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;a href=&quot;http://&quot;&gt;http://cultura.elpais.com/cultura/2012/0&lt;wbr /&gt;5/15/actualidad/1337110210_721532.html &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;*&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;a href=&quot;http://&quot;&gt;http://www.guardian.co.uk/books/2012/may/1&lt;wbr /&gt;5/carlos-fuentes &lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;*&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://&quot;&gt;http://cultura.elpais.com/cultura/2012/0&lt;wbr /&gt;5/15/actualidad/1337112475_256516.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; *&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;a href=&quot;http://&quot;&gt;http://www.laprovincia.es/sociedad/2012/0&lt;wbr /&gt;5/16/lanzarote-sello-amistad-fuentes-sar&lt;wbr /&gt;amago/457683.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; *&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://&quot;&gt;http://cultura.elpais.com/cultura/2012/0&lt;wbr /&gt;5/16/actualidad/1337122135_550077.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://&quot;&gt;http://cultura.elpais.com/cultura/2012/0&lt;wbr /&gt;5/15/actualidad/1337110210_721532.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>notícias</category>
  <category>jose saramago</category>
  <category>carlos fuentes</category>
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  <pubDate>Tue, 15 May 2012 18:00:03 GMT</pubDate>
  <title>Prémio Príncipe das Astúrias de Ciências Sociais para filósofa Martha Nussbaum</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=NO83c3DWOF7mwgB3ZoCr&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd0089ac7/12302522_MNWPK.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;241&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
A filósofa norteamericana Martha Nussbaum, nascida em Nova Iorque em 1947, foi galardoada em Oviedo com o Prémio Príncipe de Astúrias de Ciências Sociais 2012. &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Com um trabalho dedicado à filosofia do Direito, à ética aplicada e ao estudo das emoções, Nussbaum ultrapassou os outros finalistas, o sociólogo catalão Manuel Castells e demógrafo italiano Massimo Livi-Bacci, entre 27 candidatos de 14 países.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Ler mais...&quot;&gt;
&lt;p&gt;Doutorada em Filosofia na Universidade de Harvard, a galardoada é colaboradora do Nobel da Economia Amartya Sen em temas relacionados com o desenvolvimento e a ética.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deu aulas nas universidades de Harvard, Brown e Oxford. Entre 1986 e 1993, Martha Nussbaum foi investigadora do World Institute for Development Economics Research, em Helsínquia, da Universidade das Nações Unidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O prémio agora atribuído destina-se a a personalidades cujo trabalho criativo ou de investigação represente uma contribuição relevante em benefício da humanidade nos campos de história, direito, linguística, pedagogia, ciência politica, psicologia, ética, filosofia, geografia, economia, demografia e antropologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tem um valor de 50 mil euros, além de uma escultura criada por Joan Miró.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Obra publicada de Martha Nussbaum: Aristotle&apos;s De Motu Animalium&lt;/em&gt; (1978), &lt;em&gt;The Fragility of Goodness: Luck and Ethics in Greek Tragedy and Philosophy&lt;/em&gt; (1986, updated edition 2000), &lt;em&gt;Love&apos;s Knowledge&lt;/em&gt; (1990), &lt;em&gt;The Therapy of Desire&lt;/em&gt; (1994), &lt;em&gt;Poetic Justice&lt;/em&gt; (1996),&lt;em&gt;For Love of Country&lt;/em&gt; (1996), &lt;em&gt;Cultivating Humanity: A Classical Defense of Reform in Liberal Education&lt;/em&gt; (1997), &lt;em&gt;Sex and Social Justice&lt;/em&gt; (1998), &lt;em&gt;Women and Human Development&lt;/em&gt; (2000), &lt;em&gt;Upheavals of Thought: The Intelligence of Emotions&lt;/em&gt; (2001),&lt;em&gt;Hiding From Humanity: Disgust, Shame, and the Law&lt;/em&gt; (2004), &lt;em&gt;Frontiers of Justice: Disability, Nationality, Species Membership&lt;/em&gt; (2006), &lt;em&gt;The Clash Within: Democracy, Religious Violence, and India&apos;s Future&lt;/em&gt; (2007), &lt;em&gt;Liberty of Conscience: In Defense of America&apos;s Tradition of Religious Equality&lt;/em&gt; (2008), &lt;em&gt;From Disgust to Humanity: Sexual Orientation and Constitutional Law&lt;/em&gt; (2010), &lt;em&gt;Not For Profit: Why Democracy Needs the Humanities&lt;/em&gt; (2010) e &lt;em&gt;Creating Capabilities: The Human Development Approach&lt;/em&gt;(2011). Tem em preparação &lt;em&gt;Political Emotions: The Public Psychology of a Decent Society.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>prémio principe das astúrias</category>
  <category>martha nussbaum</category>
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  <pubDate>Tue, 15 May 2012 09:38:09 GMT</pubDate>
  <title>Jake Gyllenhaal será &quot;O Homem Duplicado&quot; em cinema</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=cclqB02CwBLw46gZCseZ&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B630901b1/12302512_aFteH.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;267&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Os atores Jake Gyllenhaal (&quot;O Segredo de Brokeback Mountain&quot;), Melanie Laurent (&quot;Comboio noturno para Lisboa&quot;) e Sarah Gadon (&quot;Cosmopolis&quot;) e Isabella Rossellini constituem a equipa maravilha do filme &quot;An Enemy&quot; que o canadiano Denis Villeneuve começa a rodar ainda em maio, baseado na obra &quot;O Homem Duplicado&quot; de José Saramago. A obra foi adaptada ao cinema por Javier Gullón e o realizador Denis Villeneuve disse que será um &quot;thriller erótico existencial&quot;. Gyllenhall será Adam (no romance, Tertuliano Máximo Afonso), um professor de História que vive com a namorada (Melanie Laurent), e será também o seu próprio &quot;duplicado&quot; (casado no filme com Sarah Gadon).&lt;/p&gt;
&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Ler mais...&quot;&gt;O professor, intrigado com a descoberta de um duplo, enreda-se numa perseguição que conduzirá ao entrelaçar perigoso das vidas dos dois casais. As filmagens começam a 22 de maio em Toronto e o filme deverá ser distribuído em 2013. O filme é uma coprodução canadiana e espanhola, e o produtor canadiano Niv Fichman já afirmou: &quot;Se alguma vez existiu uma equipa de sonho para fazer um filme, é esta. Tem um elenco cheio de estrelas com uma fantástica equipa de produção, dirigida por um dos mais intrigantes realizadores do mundo&quot;. O representante da distribuidora Pathé comentou: &quot;À primeira vista, o argumento brilhante de Javier é um thriller puro e simples. Mas à medida que se vão tirando as camadas, torna-se uma história muito sofisticada e que dá muito que pensar.&quot; &quot;O homem duplicado&quot; chegou às bancas em 2002, com chancela da Editorial Caminho. Da extensa obra de José Saramago, já foram adaptados para cinema &quot;Jangada de Pedra&quot; (2002), &quot;A Maior Flor do Mundo&quot; (2007), &quot;Ensaio sobre a Cegueira&quot; (&quot;Blindness&quot;) e o conto &quot;Embargo&quot;, José Saramago. O realizador canadiano Denis Villeneuve, teve uma nomeação Óscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2011 por &quot;Incendies&quot;. Recorde-se que &quot;O Evangelho Segundo Jesus Cristo&quot; será adaptado ao cinema pelas mãos do português Miguel Gonçalves Mendes, realizador de &quot;José e Pilar&quot;.&lt;/div&gt;</description>
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  <category>o homem duplicado</category>
  <category>cinema</category>
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  <pubDate>Tue, 15 May 2012 08:40:16 GMT</pubDate>
  <title>Constituição de Cádis comemorada em Lisboa</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=ovnacvIpLJHr0yc4aL9b&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border:0 none&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2c094c60/12291480_CaziU.jpeg&quot; width=&quot;380&quot; height=&quot;206&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O Instituto Cervantes, a Casa da América Latina e o Centro de História de Além-Mar da Universidade Nova de Lisboa (CHAM-UNL), em colaboração com a Assembleia da República, apresentam no dia 17 de maio um colóquio internacional comemorativo dos 200 anos da Constituição de Cádis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¡Viva la Pepa! foi o grito lançado em 19 de março de 1812 (dia de São José) proclamando a adesão à Constituição de Cádis (popularmente conhecida como La Pepa), um diploma marcadamente liberal. Assumido e disseminado em circunstâncias particularmente difíceis, este grito foi talvez o primeiro slogan político da época contemporânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira parte do colóquio decorre no Instituto Cervantes, com início às 9h30, e conta com a participação de José María Valenzuela, Diretor do Instituto Cervantes em Portugal, Manuela Júdice, Secretária-Geral da Casa da América Latina, Pedro Cardim, membro da direção do Centro de História de Além-Mar da Universidade Nova de Lisboa e  Eduardo Junco, Embaixador de Espanha em Portugal. O historiador Fernando Garzía de Cortázar dará uma conferência intitulada &quot;La nación levantó el vuelo&quot; e depois haverá uma mesa-redonda sobre a Constituição de 1812 e a sua influência na Península Ibérica e na América, moderada por José Damião Rodrigues, da Universidade dos Açores e Centro de História de Além-Mar da Universidade Nova de Lisboa.&lt;br /&gt;Participam na mesa redonda Francisco Villacorta, do Instituto de História do Centro de Ciências Humanas e Sociais – Conselho Superior de Investigações Científicas, Ana Cristina Nogueira da Silva, da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, Carlos Garriga, da Universidade do País Basco, e Andréa Slemian, da Universidade Federal de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir das 18h00, a Assembleia da República acolhe os participantes no colóquio, numa sessão que terá a participação do secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, do seu homólogo espanhol, José Maria Lassalle, do deputado Alberto Martins, presidente da Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, e de António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa e da Casa da América Latina. Uma mesa-redonda moderada por José Pacheco Pereira reunirá Pedro Ramón Gómez de la Serna, deputado do PP ao Congresso Espanhol, Juan Moscoso, deputado do PSOE ao Congresso Espanhol, Jorge Miranda, constitucionalista e professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, e Sérgio Sousa Pinto, deputado do PS à Assembleia da República.</description>
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  <category>constituição</category>
  <category>instituto cervantes</category>
  <category>assembleia da república</category>
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  <pubDate>Mon, 14 May 2012 15:52:18 GMT</pubDate>
  <title>Feira do Livro em Espanhol de Los Angeles encerrou com grande êxito</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=ZIlqwzrj8Rwz1vw3ozc8&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border:0 none&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba608ac77/12286848_8urUs.jpeg&quot; width=&quot;128&quot; height=&quot;94&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A segunda edição da LeaLA, Feira do Livro em Espanhol de Los Angeles, encerrou no dia 13 depois de três dias de intensa atividade, quer na venda de livros quer nas oficinas de leitura e nas sessões de debate e de apresentação de novas obras. Embora sem dados definitivos ainda, a organização calcula que foi ultrapassada largamente os 36 mil visitantes do ano passado.&lt;br /&gt;Entre os livros apresentados, destacou-se &quot;Clarabóia&quot; de José Saramago por Pilar del Río, na companhia da diretora da Feira, Marisol Schulz. Na sessão, muito concorrida, Pilar afirmou que a leitura deste livro &quot;permite aos leitores conhecer o escritor na sua totalidade, pois apesar de ser a primeira narrativa concentra os interesses e as ideias que marcaram a sua obra. Aí vemos como começou a falar da cegueira, da lucidez, do valor de dizer não e de não aceitar as coisas. Assistir às óperas no S. Carlos a partir do galinheiro  forjou-o como escritor. Ele dizia que era essa a perspectiva que lhe interessava, porque a outra é a óbvia. Quando ele olha através de Clarabóia, não descreve o que vê, porque isso seria jornalismo, mas tenta chegar ao fundo das almas das pessoas que vivem nesse microcosmos, com todas as suas contradições a as suas ansiedades.&lt;br /&gt;Duzentos autores de perto de 200 editoras estiveram presentes nesta Feira do Livro, que atesta a crescente importância do papel dos latinoamericanos nos Estados Unidos. Uma das iniciativas mais curiosas foi um concurso de cartas em espanhol, destinado a mães e avós, chamado &quot;Mi idioma, tu herencia&quot;, através da qual se pretendia valorizar o papel da língua espanhola no quadro cultural dos EUA.</description>
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  <category>claraboia</category>
  <category>feira do livro</category>
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  <pubDate>Mon, 14 May 2012 12:10:22 GMT</pubDate>
  <title>Eduardo Lourenço recebe o Prémio Pessoa</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=4tNmOjmhaBaKqqtBj7Hc&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B52095b37/12284827_QLkyj.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;329&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O pensador Eduardo Lourenço, de 88 anos, recebe a 14 de maio o Prémio Pessoa 2011, no ano em que o galardão marca 25 anos de existência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando, em dezembro, soube que este prémio lhe fora atribuído, Lourenço ficou surpreendido, uma vez que pensava que já tinha passado a idade de tal lhe acontecer. Na altura, deisse em entrevista ao Expresso: &quot;A Humanidade tem muitas maneiras de se definir. Ninguém pode viver sem esperança. A esperança é uma componente do que é cada ser humano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre tivemos uma visão muito eurocêntrica, mas agora estamos a entrar num pessimismo em relação à Europa. É a famosa crise.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todo o discurso, na componente económica ou financeira, é da ordem do apocalíptico. Estamos à beira do abismo. É verdade que a situação não é boa, mas este continente ainda hoje é o de maior bem-estar em todo o globo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não há razão para que os europeus desatem a autoflagelar-se.&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nascido em São Pedro de Rio Seco, Almeida, em 1923, Eduardo Lourenço, licenciado pela Universidade de Coimbra em Histórico-Filosóficas, saiu de Portugal em 1854, e acabou por instalar-se em França, onde ainda hoje mantém residência. Ensinou em universidades de varios países - Alemanha, Brasil, França e Portugal - e jubilou-se em 1988 na Universdade de Nice. É administrador não executivo da Fundação Gulbenkian.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A sua vasta obra, que está a ser publicada em versão completa e definitiva, contém uma reflexão profunda sobre Portugal e a Europa , com atenção particular à literatura, à música e à história.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Foto de Eduardo Lourenço com José Saramago na Europália)&lt;/p&gt;</description>
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  <category>prémio pessoa</category>
  <category>eduardo lourenço</category>
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  <pubDate>Sun, 13 May 2012 16:15:53 GMT</pubDate>
  <title>Saramago em &quot;Claraboia&quot; - Apresentação na Cidade do México e em Los Angeles</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
  <link>http://josesaramago.org/277002.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=lbC6OfrYkv0e0CI2eZnC&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb90952e1/12025382_sCyPV.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;238&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A edição em castelhano de &lt;em&gt;Claraboia&lt;/em&gt;, o romance de José Saramago perdido e achado no tempo, está em destaque na Cidade do México e em Los Angeles. No próximo dia 8 de maio, na Librería del Fondo Rosario Castellanos (Cidade do México), pelas 19.30 Horas, Pilar del Río e Jorge F. Hernández apresentarão a obra. A 13 de maio, na LéaLA, Feira do Livro em Espanhol de Los Angeles, o Salón Miguel de Cervantes acolhe a apresentação de &lt;em&gt;Claraboia&lt;/em&gt;, por Pilar del Río e Marisol Schulz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui deixamos os convites para ambas as sessões:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=u39MDpK5FRLW8ukASMlp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B38098406/12024857_AlOa0.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;473&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=cQVmNGa1ZFNNnHmfOI0h&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5e096546/12024895_kZNLW.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;334&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O diário mexicano &lt;em&gt;Milenio&lt;/em&gt; publica um texto de Jorge F. Hernández, escritor e professor, que apresentará &lt;em&gt;Claraboia&lt;/em&gt; na Cidade do México, e que aqui reproduzimos:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Claraboia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Janela aberta nos tetos, entre os telhados de barro vermelho cozidos pelo sol e por tanta vida que se transpira sob os seus entardeceres inclinados, de onde amanhece precisamente no olhar de quem dormiu julgando-se resguardado dos olhos do mundo. A claraboia, que se pensava ser o nome das vigias dos barcos, olho-de-boi com os parafusos marcando como pestanas ou ramelas o caminhar das ondas... na realidade, é o caminhar das horas o que as claraboias, nos tetos de Lisboa, veem, cidade que é sonho de cada vez que o sol se esconde na linha da margem mais distante do rio Tejo, da qual toda a cidade parece uma complexa paisagem de tons púrpura em que as lágrimas de todas as gerações de homens sós harmonizaram o salitre que banha as fachadas outrora brancas e os azulejos onde se narram cenas de um idílio anónimo que é uno e o mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é segredo recordar que Lisboa é o porto onde encalharam as melhores estórias de apaixonados convictos de que lhes falta o tempo e os sorrisos intemporais das crianças que falam com os pinguins como se acabassem de içar a bandeira de um barco pirata sobre o labirinto das calçadas, onde se revelam todas as almas, todas as verdades de todas as almas que são como pedras diminutas que formam o mosaico perfeito de uma cidade que se lê com a alma.&lt;/p&gt;
&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Continuar a ler...&quot;&gt;
&lt;p&gt;Aos trinta e um anos de idade, três décadas e uma noite inteira, um jovem romancista entregou a uma editora, de cujo nome não quero recordar-me, um belo manuscrito amarrado com fio amarelo e que tinha por título em português &lt;em&gt;Clarabóia&lt;/em&gt;, romance assinado como Honorato e dedicado À memória de Jerónimo Hilário, meu Avô. Como costuma acontecer nos cúmulos da insensatez e do desprezo, o romance talvez nem tenha sido lido; foi guardado numa estante, depois passou para uma prateleira que deu lugar a um baú empoeirado... enquanto o autor esperava em vão, vendo passar a vida como uma claraboia no telhado do seu próprio desassossego. Passariam vinte anos até que o jovem autor ganhasse ânimo para voltar a entregar a uma editora algo escrito pelo seu punho, ainda que as letras – agora em verso ou em ingénua tendência para a prosa – lhe chegassem como chuviscos diários, embora &lt;em&gt;Clarabóia&lt;/em&gt;– esse primeiro romance onde havia deixado navegar a sua íntima e primeira ilusão de autor – continuasse no silêncio imperdoável do esquecimento numa editora que teria outras preocupações e outras estratégias de mercadotecnia e de números... sempre números.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na realidade, Honorato era José Saramago e dedicou o seu primeiro e quase esquecido romance a Jerónimo Hilário, o avô que viria a ser mencionado na primeira linha do discurso com o qual Saramago recebeu o Prémio Nobel de Literatura em 1998: «O homem mais sábio que conheci em toda a minha vida não sabia ler nem escrever...» e hoje encerra-se o círculo com a publicação, sob a chancela da Alfaguara, de &lt;em&gt;Clarabóia&lt;/em&gt;, primeiro romance do jovem José Saramago a quem dou as boas-vindas neste parágrafo, augurando-lhe prémios e reconhecimentos vários, mas sobretudo milhares de leitores que hão de formar o círculo do que de facto sustenta a sua deslumbrante obra-prima: ocorreu-lhe escrever um romance a partir do qual o olhar do romancista é nada menos do que a janela que permite ao leitor seguir as vidas de um punhado de personagens entranhantes que fiam com a sua existência quotidiana a trama do mundo. Esquecemo-nos que os nervos de um sapateiro, as pressas de uma costureira, os amores de uma dona de casa, os horários de um burocrata, o sonho profundo das avós e todas as imensas minúcias que se vivem de andar em andar, de apartamento em apartamento, enformam a Babel que vemos a partir da claraboia e o espelho que todos temos no teto das nossas cabeças. Aos trinta anos, Saramago já prenunciava a sua apaixonada literatura, que procurava gritar contra as ditaduras, que se movia como música de Beethoven e que tentava responder a uma das muitas perguntas formuladas por Fernando Pessoa: «Queriam-me casado, fútil e tributável? » ou avançar para o que hoje celebramos: Será possível livrarmo-nos do silêncio dos editores, quebrar a rotina, escrever todas as noites, cortar de novo as amarras, encontrar alguém que nos leia... e tornarmo-nos imortais?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jorge F. Hernández&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;a href=&quot;http://latimesblogs.latimes.com/jacketcopy/2012/05/l%C3%A9ala-celebrates-spanish-language-books-this-weekend.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+JacketCopy+%28Jacket+Copy%29http://&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;LéaLA celebrates Spanish-language books this weekend&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Los Angeles Times&lt;/em&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.cronica.com.mx/nota.php?id_nota=659541&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Presentan “Claraboya”, el libro perdido de José Saramago&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;La Crónica de Hoy&lt;/em&gt;(México)
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jornada.unam.mx/2012/05/04/cultura/a07n1cul&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Milito con José Saramago las 24 horas del día, refrenda Pilar del Río&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;La Jornada&lt;/em&gt; (México)&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.fondodeculturaeconomica.com/editorial/prensa/Detalle.aspx?seccion=Detalle&amp;amp;id_desplegado=49725&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Claraboya, un libro inédito y póstumo de José Saramago&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fondo de Cultura Económica&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.razon.com.mx/spip.php?article120754&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Es &quot;Claraboya&quot; libro inédito del extinto escritor José Saramago &lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;La Razón&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <category>claraboia</category>
  <category>jose saramago</category>
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  <pubDate>Sun, 13 May 2012 16:03:41 GMT</pubDate>
  <title>José Saramago y García Márquez vuelven a triunfar en la inmensa Feria del Libro de Teherán</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=a5WzaPhV2t8VYL38bYJ1&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B40081cf1/12282210_Aysrf.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;79&quot; height=&quot;141&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Gabriel García Márquez ha sido de nuevo uno de los triunfadores indiscutibles en la inmensa Feria del Libro de Teherán, que hoy clausura su vigésimo quinta edición después de once días en los que han pasado por sus pabellones más de seis millones de visitantes, según los organizadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Instalada en el enorme complejo de oración de Mosala, que ocupa más de 65 hectáreas en el corazón de Teherán, 3.100 expositores de 77 países acudieron con sus obras, de las que han vendido unos 40 millones de dólares, dijo a Efe el director ejecutivo del certamen, Husein Safarí.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pese a que el calor veraniego empieza a sentirse en Teherán las visitantes de la Feria han sido en su mayoría mujeres, agobiadas, con más de 30 grados, por la vestimenta que cubre su cuerpo de pies a cabeza, como exigen las rígidas normas religiosas de esta república islámica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre los éxitos de ventas, los autores hispanoamericanos tienen, año tras año en esta Feria, un lugar destacado con García Márquez a la cabeza, según señalan los vendedores de los puestos de varias editoriales locales que distribuyen sus traducciones en lengua persa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;Los libros de García Márquez y del portugués José Saramago, entre otros hispanoamericanos, se venden mucho y son muy conocidos en Irán&quot;, dice a Efe Arash, de la editorial Ruzegar, quien precisa que los compradores de este tipo de literatura están, en su mayoría entre los 24 y los 34 años, &quot;porque los mayores ya los han leído&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nilufar, una joven de 28 años, pide en ese momento a Arash el &quot;Ensayo sobre la lucidez&quot;, de Saramago, porque, explica, leyó &quot;Ensayo sobre la ceguera&quot; gracias a una recomendación y le gustó &quot;mucho&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Arash explica que toda la cultura española y latinoamericana está de moda en Irán e &quot;incluso hay conciertos de flamenco con baile, algo muy raro, ya que la danza suele ser prohibida por las autoridades y el flamenco parecen aceptarlo&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Prueba de ello es que, salpicados por multitud de editoriales iraníes, están los libros de García Márquez y también de autores como Mario Vargas Llosa, Carlos Fuentes, Juan Rulfo o Federico García Lorca, que el público va pidiendo y llevando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;Hay muchos compradores que buscan las traducciones al persa de autores latinoamericanos hechas por Ahmad Golsirí&quot;, dice a Efe Ali Reza, vendedor de la editorial Goghnus, quien muestra &quot;El llano en llamas&quot; de Rulfo y &quot;Agua quemada&quot; de Fuentes, de las que dice que las piden compradores &quot;de más de 35 años&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;García Márquez es también la estrella de editorial Ariaban, que ha publicado las once obras de este autor &quot;que ha permitido la censura&quot; de Irán, según dice a Efe Sohrab, encargado del puesto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;Cien horas con Fidel&quot;, una &quot;biografía a dos voces&quot; del líder cubano, del periodista español Ignacio Ramonet, es la otra obras destacada en el local de Ariaban.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lejos de la zona central de la feria, donde había varios cientos de puestos con obras religiosas de los principales clérigos del islám chií y también de la historia oficial de la República Islámica de Irán, los pabellones de editoriales extranjeras se encontraban en un extremo, a una distancia de, al menos, quince minutos andando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En siete salas con una cubierta desmontable y abiertas por sus laterales, los expositores de libros en lenguas extranjeras mostraban, sobre todo, libros de enseñanza de idiomas y volúmenes técnicos sobre arquitectura, medicina, química, física y también arte, sin una gran concurrencia de clientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;Nadie nos ha visitado. No hay aire acondicionado y, por el calor y lo lejos que estamos, no viene nadie. Además, debido a la caída de la moneda, los libros han subido casi al doble en relación con el año pasado&quot;, dice a Efe Hedieh, una vendedora de libros de arte en inglés, que apostilla: &quot;Los artistas siempre hemos sido pobres&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fuente: EFE&lt;/p&gt;</description>
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  <category>jose saramago</category>
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  <pubDate>Fri, 04 May 2012 13:46:46 GMT</pubDate>
  <title>Pianista Bernardo Sassetti morre aos 41 anos</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;p&gt;O pianista e compositor Bernardo Sassetti morreu aos 41 anos, em consequência da queda de uma falésia no Guincho, onde estava a tirar fotografias. A obra deste músico, que se dedicou sobretudo ao jazz, engloba bandas sonoras para filmes, como &quot;Alice&quot; de Marco Martins e &quot;Um Amor de Perdição&quot; de Mário Barroso, revela uma rara inspiração, um talento que também se alargava à fotografia. Bernardo Sassetti era casado com a atriz Beatriz Batarda, mãe das duas filhas do músico, e pertencia a uma notável e extensa família que aliava a música e a política (era bisneto de Sidónio Pais). Participou como ator no filme &quot;O Talentoso Mr. Ripley&quot;, de Anthony Minghella.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fundação José Saramago manifesta grande pesar pela perda desta grande figura da cultura.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/Fy2VkoCSJbc&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>bernardo sassetti</category>
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  <pubDate>Fri, 04 May 2012 13:46:24 GMT</pubDate>
  <title>Prémio Maria Amalia Vaz de Carvalho para poetas jovens</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=bmasgmtSREmvPaW0muqU&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/P870674c1/12265765_10OyR.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;190&quot; height=&quot;143&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px;&quot;&gt;O 10.º Prémio Literário Maria Amália Vaz de Carvalho, da Câmara Municipal de Loures, é dedicado a Jovens Talentos de Poesia, entre 16 e 30 anos, de acordo com o regulamento agora publicado.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O prazo de entrega de originais, sob pseudónimo, prolonga-se até 30 de novembro de 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este galardão destina-se a obras inéditas de autores de nacionalidade portuguesa ou naturalizados e tem o valor de mil euros. Tem quatro modalidades que se vão sucedendo de ano para ano: poesia e prosa de ficção, para jovens pu para autores de todas as idades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O prémio deste ano será entregue em sessão pública a 21 de março de 2013, na Biblioteca José Saramago, em Loures (na foto).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A escritora e ativista dos direitos das mulheres Maria Amália Vaz de Carvalho viveu no Palácio de Pintéus, em Loures, onde desenvolveu intensa atividade cultural. Aí foi lida publicamente a sua primeira obra, &quot;Uma Primavera de Mulher&quot;, editada em 1867.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>prémio literário</category>
  <category>maria amália vaz de carvalho</category>
  <category>bibliotecas</category>
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  <pubDate>Fri, 04 May 2012 13:46:20 GMT</pubDate>
  <title>Novos vídeos disponíveis</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/jPjU-oGiqes&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O programa Grandes Livros da RTP dedicado ao Memorial do Convento e o filme do lançamento de Caim são os dois novos vídeos disponíveis no Meo Kanal da Fundação José Saramago e também no YouTube/José Saramago.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/Nw5xLwWbZTw&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>memorial do convento</category>
  <category>caim</category>
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  <pubDate>Fri, 04 May 2012 13:46:16 GMT</pubDate>
  <title>Desenhos de João P. Santa-Rita na Sala do Veado</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 7px; padding-bottom: 0px; padding-left: 7px; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=ggCSEdF4F6YSHfo8bL0g&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/G5e09af82/12201464_VFsaE.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;600&quot; height=&quot;600&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 7px; padding-bottom: 0px; padding-left: 7px; text-align: left;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 7px; padding-bottom: 0px; padding-left: 7px; text-align: left;&quot;&gt;Lisboa Pombalina desenhada pelo arquiteto João P. Santa Rita em post-its e outros papéis amarelos ocupa as paredes da Sala do Veado, em Lisboa, numa exposição que abre às 21h00 de 10 de maio e se prolonga até 3 de junho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 7px; padding-bottom: 0px; padding-left: 7px; text-align: left;&quot;&gt;Os desenhos refletem uma Lisboa que, diz Santa-Rita, é um &quot;trabalho de patchwork construído em muitos momentos ao longo dos séculos que atravessam a sua existência&quot;. Partem das linhas do Pombalino porque essa herança é &quot;incontornável e como tal os desenhos integram as suas invenções urbanas e arquitectónicas, num jeito de reciclagem e de reinvenção procurando a construção de uma qualquer genealogia sem um vínculo historicista&quot;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 7px; padding-bottom: 0px; padding-left: 7px; text-align: left;&quot;&gt;&quot;São pequenos desenhos para uma grande cidade&quot;, sintetiza o arquiteto, que considera que eles &quot;constroem um olhar e uma reflexão autónoma e liberta de um qualquer desejo que não o de pensar como seria essa Baixa de Lisboa se a história outros rumos lhe tivesse traçado&quot;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 7px; padding-bottom: 0px; padding-left: 7px; text-align: left;&quot;&gt;João P. Santa-Rita, nascido em 1960, é um dos arquitetos responsáveis pela remodelação da Casa dos Bicos, onde a sede da  Fundação José Saramago está instalada.&lt;/div&gt;</description>
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  <category>lisboa</category>
  <category>casa dos bicos</category>
  <category>joão p. santa-rita</category>
  <category>exposição</category>
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  <pubDate>Fri, 04 May 2012 13:46:09 GMT</pubDate>
  <title>A Viagem do Elefante na Biblioteca de Xangai</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;p&gt;A Biblioteca de Xangai, uma das maiores do mundo, recebeu 50 obras portuguesas oferecidas pelo Instituto Camões, no quadro das comemorações do Dia da Língua Portuguesa que ocorreram em todo o mundo a 5 de maio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A doação incluía &quot;Os Lusíadas&quot; de Luís de Camões, &quot;A Viagem do Elefante&quot; de José Saramago, romances de Eça de Queiroz, &quot;O Esplendor de Portugal&quot; de António Lobo Antunes, uma antologia de poesia e várias obras de consulta sobre as artes plásticas, a música e a História de Portugal.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>a viagem do elefante</category>
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  <pubDate>Fri, 04 May 2012 13:45:35 GMT</pubDate>
  <title>Mulheres Palhaço no Chapitô</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img src=&quot;http://www.casamericalatina.pt/fotos/editor2/4.jpg&quot; alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Casa da América Latina e o Chapitô apresentam o 5º Ciclo das Mulheres Palhaço. Este ano o ciclo apresenta duas mulheres palhaço da América Latina (e uma norte-americana), que vêm desenvolvendo um intenso trabalho na área do circo social. Para o Chapitô - que tem uma longa tradição na difusão e formação de público para o circo, na preservação da memória das artes circenses e na formação de artistas - é muito gratificante poder apresentar e partilhar com estas artistas a sua experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de 3 fins-de-semana de maio, sempre de sexta a domingo, estarão em cena os espetáculos das artistas. No final de cada espetáculo haverá um momento de conversa para o qual serão convidados vários agentes culturais, permitindo o diálogo entre as artes do circo e as outras artes performativas. Na esplanada haverá animação oriunda dos países de origem das artistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Mulheres palhaço:&lt;/span&gt; Romina Mónaco (Buenos Aires, Argentina), Deborah Kaufmann (Nova Iorque, América do Norte) e Fiorella Kollman (Perú)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Bilhetes: &lt;/span&gt;10€ (bilhete inteiro); 7€ [estudantes, profissionais do espectáculo, maiores de 65 anos, grupos (+10)]; Entrada gratuita para desempregados, mediante apresentação de comprovativo: oferta sujeita à lotação da sala.&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description>
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  <category>casa da américa latina</category>
  <category>chapitô</category>
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  <pubDate>Fri, 04 May 2012 13:45:22 GMT</pubDate>
  <title>&quot;Os Lusíadas&quot; poliglotas prontos para leitura</title>
  <author>Fundação Saramago</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 7px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/fundacaosaramago/fotos/?uid=j93zCVnGK003EzV3tmmq&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B14096430/12131121_ZkZbG.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;140&quot; height=&quot;211&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) criou um novo site onde é possível encontrar as primeiras edições de &quot;Os Lusíadas&quot; de Luís de Camões em diferentes línguas. O acesso pode fazer-se através do sítio da Biblioteca Nacional [www.bnportugal.pt] ou diretamente em [purl.pt/23700/1/index.htm]. A primeira edição é, naturalmente, em português, com data de 1572, logo seguida da versão em castelhano, datada de 1580. É possível &quot;folhear&quot; estes documentos especialíssimos e ler o poema épico de Camões também em latim, inglês, italiano, francês, holandês, polaco, alemão, dinamarquês, sueco e húngaro - esta última versão datada de 1865. O novo sítio é tornado público no día 9 de maio, Dia da Europa.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>biblioteca nacional</category>
  <category>camões</category>
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