Çatıdaki Pencere - Claraboia - Kirmizi Kedi, Turquia
A Turquia torna-se no quinto país a editar Claraboia, depois de Portugal, Brasil, Espanha e Itália. A editora Kirmizi Kedi acaba de dar à estampa o romance de José Saramago concluído em 1953 e postumamente publicado, nesta edição com um prefácio de Pilar del Río.
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Lucernario - Claraboia - Feltrinelli - Itália
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Recordar "o filho adotivo" de Lanzarote
Foi com uma maratona de leitura que a Casa e a Biblioteca de José Saramago em Lanzarote evocaram o segundo aniversário da morte do escritor, "filho adotivo" da ilha canária.
A conselheira de Educação e Cultura do Cabildo de Lanzarote, Emma Cabrera, deu início às 12h30 de segunda-feira às leituras, com um trecho de Clarabóia, num dia em que as visitas à Casa foram especialmente marcadas pelo carinho e a saudade.
O aniversário da morte de Saramago foi assinalado pela comunicação social de vários países.
Lanzarote recuerda a Saramago con la lectura continuada de su obra en la que fuera su casa en la isla (la informacion, Espanha)
Un tributo a Saramago a dos años de su muerte (Cronica, México)
Lectura ininterrumpida, regalo a dos años sin José Saramago (Excélsior, México)
Las frases de José Saramago que todos deben leer (Excélsior, México)
2 años sín José Saramago (impre.com México/EUA)
Escritor portugués José Saramago murió un 18 de junio (Andina, Peru)
Un día como hoy falleció José Saramago (La República, Peru)
Recordando a Saramago (El Tiempo, Equador)
Recuerdan con música a José Saramago (El Golfo Info, México)
SARAMAGO ES UN ARBUSTO (Diario de los Andes, Peru)
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Feira do Livro em Espanhol de Los Angeles encerrou com grande êxito
Entre os livros apresentados, destacou-se "Clarabóia" de José Saramago por Pilar del Río, na companhia da diretora da Feira, Marisol Schulz. Na sessão, muito concorrida, Pilar afirmou que a leitura deste livro "permite aos leitores conhecer o escritor na sua totalidade, pois apesar de ser a primeira narrativa concentra os interesses e as ideias que marcaram a sua obra. Aí vemos como começou a falar da cegueira, da lucidez, do valor de dizer não e de não aceitar as coisas. Assistir às óperas no S. Carlos a partir do galinheiro forjou-o como escritor. Ele dizia que era essa a perspectiva que lhe interessava, porque a outra é a óbvia. Quando ele olha através de Clarabóia, não descreve o que vê, porque isso seria jornalismo, mas tenta chegar ao fundo das almas das pessoas que vivem nesse microcosmos, com todas as suas contradições a as suas ansiedades.
Duzentos autores de perto de 200 editoras estiveram presentes nesta Feira do Livro, que atesta a crescente importância do papel dos latinoamericanos nos Estados Unidos. Uma das iniciativas mais curiosas foi um concurso de cartas em espanhol, destinado a mães e avós, chamado "Mi idioma, tu herencia", através da qual se pretendia valorizar o papel da língua espanhola no quadro cultural dos EUA.
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Saramago em "Claraboia" - Apresentação na Cidade do México e em Los Angeles
A edição em castelhano de Claraboia, o romance de José Saramago perdido e achado no tempo, está em destaque na Cidade do México e em Los Angeles. No próximo dia 8 de maio, na Librería del Fondo Rosario Castellanos (Cidade do México), pelas 19.30 Horas, Pilar del Río e Jorge F. Hernández apresentarão a obra. A 13 de maio, na LéaLA, Feira do Livro em Espanhol de Los Angeles, o Salón Miguel de Cervantes acolhe a apresentação de Claraboia, por Pilar del Río e Marisol Schulz.
Aqui deixamos os convites para ambas as sessões:
O diário mexicano Milenio publica um texto de Jorge F. Hernández, escritor e professor, que apresentará Claraboia na Cidade do México, e que aqui reproduzimos:
Claraboia
Janela aberta nos tetos, entre os telhados de barro vermelho cozidos pelo sol e por tanta vida que se transpira sob os seus entardeceres inclinados, de onde amanhece precisamente no olhar de quem dormiu julgando-se resguardado dos olhos do mundo. A claraboia, que se pensava ser o nome das vigias dos barcos, olho-de-boi com os parafusos marcando como pestanas ou ramelas o caminhar das ondas... na realidade, é o caminhar das horas o que as claraboias, nos tetos de Lisboa, veem, cidade que é sonho de cada vez que o sol se esconde na linha da margem mais distante do rio Tejo, da qual toda a cidade parece uma complexa paisagem de tons púrpura em que as lágrimas de todas as gerações de homens sós harmonizaram o salitre que banha as fachadas outrora brancas e os azulejos onde se narram cenas de um idílio anónimo que é uno e o mesmo.
Não é segredo recordar que Lisboa é o porto onde encalharam as melhores estórias de apaixonados convictos de que lhes falta o tempo e os sorrisos intemporais das crianças que falam com os pinguins como se acabassem de içar a bandeira de um barco pirata sobre o labirinto das calçadas, onde se revelam todas as almas, todas as verdades de todas as almas que são como pedras diminutas que formam o mosaico perfeito de uma cidade que se lê com a alma.
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La novela perdida de Saramago
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Presentación de Claraboya
Dossier de prensa
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El primer libro que escribió José Saramago nunca vio la luz. Hasta ahora, 59 años después. Se titula Claraboya y lo publicará Alfaguara a partir de mañana, 01 de marzo. Una novela rechazada por los editores de entonces, extraviada luego y recuperada ahora.
El manuscrito que devolvió el viento
Por Juan Cruz
1953. Este hombre, José Saramago, era un trabajador de muchos oficios; y era, como su abuelo, como sus padres, como los hombres y como las mujeres de Azinhaga, el pueblo portugués en el que había nacido en 1922, una persona silenciosa y sutil, en cuyo interior vivían los dramas que vivía y aquellos que imaginaba detrás de las pequeñas viviendas o dentro de los edificios altos. Ya está en Lisboa, trabaja. Y escribe; ese carácter reconcentrado esconde a un poeta, y a un novelista. Luego será muy conocido, llegará a premio Nobel, pero en ese momento acaba de terminar una novela, su primer libro, y lo titula Claraboya. Lo lleva a una editorial, deja allí el manuscrito, y vuelve a su quehacer lento y melancólico en el medio más hostil posible para la convivencia y para la imaginación: el Portugal de la dictadura de Salazar. Se dedicó a esperar por una respuesta…, y ésta no llegó hasta 1989, cuando él estaba enfrascado en un libro nuevo, El Evangelio según Jesucristo.(En la imagen José Saramago, en cuclillas, delante de dos amigos en los años cincuenta)
1989. Durante más de cuarenta años, Saramago, periodista, escritor ahora de éxito, había mantenido un silencio pertinaz, dedicado a sus diversos oficios, pero marcado por aquel “silencio doloroso, imborrable y de décadas”, como dice Pilar del Río, su mujer, su traductora, la presidenta de la Fundación José Saramago en el prólogo del libro que aparece, por fin, en español, en portugués y en otras lenguas, pues el manuscrito apareció, finalmente, y precisamente en ese año decisivo (para él, para su literatura) de 1989… La editorial a la que se lo había enviado, en una mudanza, descubrió el manuscrito; de una manera muy conmovedora, Pilar del Río, que lo conoció por entonces, cuenta en el prólogo de esa edición (Caminho en Portugal, Alfaguara en España) cómo recibió Saramago la noticia: se estaba afeitando, y con la cara aún enjabonada tomó el teléfono que sonaba… Le propusieron, claro, editárselo en ese momento, pero él estaba enfrascado en otra historia, no mostró interés, ni siquiera mostró interés, ya con el manuscrito en la mano, en recuperar la iniciativa, darlo a otra imprenta…







