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Clarice Lispector, grande exposição na Fundação Gulbenkian

Quarta-feira, 03.04.13

Depois de vista por mais de 700 milpessoas no Brasil a mostra que evoca a vida e obra da escritora Clarice Lispector inaugura a 4 de abril, na Fundação Gulbenkian. Escritora genial que nunca abdicou de ser uma mulher bela. Intelectual que nunca separou o corpo da alma, a carne da escrita, eis Clarice Lispector, a ucraniana que soube como poucos amar e explorar a língua portuguesa. Tem, na Fundação Gulbenkian, em Lisboa, uma exposição criativa e instigante que a revela sem lhe retirar o mistério. Chama-se "Clarice Lispector: A Hora da Estrela" e abre ao público na quinta-feira. Pensada pelo poeta brasileiro Ferreira Gullar e Julia Peregrino (a responsável pela exposição "Fernando Pessoa, Plural como o Universo", que a Gulbenkian acolheu no ano passado) e conceptualmente criada por Daniela Thomas e Felipe Tessara, esta mostra pretende refletir o universo peculiar da escritora que nasceu ucraniana mas que aos 21 anos escreveu ao presidente Getúlio Vargas uma carta a pedir a nacionalidade brasileira onde faz uma comovente declaração de amor à língua portuguesa. Essa carta faz parte do conjunto de cem documentos que podem ser vistos nesta exposição. Organizada em torno de seis núcleos, A Hora da Estrela (que recupera o título do último romance da escritora) recria ambientes dos livros e passos da vida de Clarice, desde o seu nascimento em 1920 na Ucrânia até à sua morte em 1977, no Rio de Janeiro. O crítico português João Gaspar Simões foi um dos primeiros portugueses a escrever sobre esta autora e sobre o romance Cidade Sitiada, de 1949: "É de um hermetismo que tem a consistência do hermetismo dos sonhos. Haja quem lhe encontre a chave." Mesmo sem conhecerem esta frase, os criadores da exposição tiveram uma intuição semelhante à de Gaspar Simões e construíram uma sala que reproduz o mesmo ambiente árido, claustrofóbico, monocromático mas sob o qual há segredos e mistérios à espera de uma revelação, gavetas à espera que alguém as abra. Patente até 23 de junho, esta exposição integra a programação do ano do Brasil em Portugal e pode ser vista de terça a domingo.

Fonte: DN

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publicado por Fundação Saramago às 10:38

Cerâmicas e azulejos de Pomar na Galeria Ratton

Terça-feira, 05.03.13

Trabalhos em azulejo e cerâmica de Júlio Pomar vão ficar expostos a partir do próximo sábado na Galeria Ratton, em Lisboa, sob o título "Que procura Vmê".

Agora que se aproxima a abertura da Casa Museu Júlio Pomar, prevista para o próximo mês, é possível observar nesta exposição trabalhos feitos pelo pintor ao longo dos últimos 25 anos, quer em pequenas peças quer nas grandes obras de arte pública.

A exposição será inaugurada no sábado pelas 19h00.

A Galeria Ratton anuncia que vão ser apresentadas cinco peças cerâmicas "feitas a partir dos moldes de Bordallo Pinheiro que resultaram de um desafio colocado ao artista por Ana Viegas.

A mostra fica patente ao público até 3 de maio, na Rua da Academia das Ciências, 2C, de segunda a sexta, entre as 15h00 e as 19h30.

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publicado por Fundação Saramago às 10:17

Exposição de gravuras de Bartolomeu Cid dos Santos abre amanhã na Galeria 111 do Porto

Sexta-feira, 01.03.13

Uma exposição de gravuras de Bartolomeu Cid dos Santos é inaugurada no próximo sábado na Galeria 111, no Porto, e ficará aberta ao público até 13 de abril. Cinco anos passados sobre a morte de Bartolomeu, a Galeria 111 decidiu prestar-lhe um tributo apresentando "os núcleos mais significativos da sua obra em gravura, mostrando os temas da sua paixão e do seu empenho político". Amigo de José Saramago, Bartolomeu Cid dos Santos fez uma série de gravuras sobre a obra do escritor para a edição especial da revista Colóquio/Letras (151/152,) publicada em 1999, meses depois da atribuição do Prémio Nobel da Literatura.

A capa do livro "O Conto da Ilha Desconhecida", de José Saramago, publicado pela Editorial Caminho, é ilustrada por uma gravura feita especialmente por Bartolomeu Cid dos Santos, reproduzida acima.

Na exposição do Porto, chamada "Revisitar a obra gravada", os visitantes poderão ver "imagens de Lisboa, Tavira e Sintra, de palácios barrocos decadentes, mas também da opressão politica de Salazar, das guerras coloniais, da atitude dúbia da igreja (série dos bispos), do mito da Atlântida, de mapas, de barcos, de viagens, de naufrágios, de sereias e medusas, de cais, de praias, de paisagens silenciosas, de naturezas mortas, de retratos de mulheres, dos poetas Cesário Verde, Fernando Pessoa e os seus heterónimos, de Jorge Luís Borges com o seu Aleph e os seus labirintos, de acontecimentos históricos como o Tratado de Tordesilhas, o 25 de Abril e recentemente a ofensiva americana no Iraque", como anuncia a galeria fundada por Manuel Brito.

Da obra deste excecional gravador, que viveu largos anos em Londres, os galeristas destacam "A Viagem de Inverno, um texto de Heinrich Heine que Schubert musicou e Bartolomeu ilustrou numa série extraordinária de 25 gravuras e as Assinaturas do Invisível". Chamam também a atenção para a obra elaborada a partir de um convite do CERN de Genebra: "uma série de gravuras e seis trabalhos tridimensionais que são o testemunho da sua vida - homenagem a Álvaro de Campos, a Jorge Luís Borges, ao cineasta Andrei Tarkovsky, num mundo de memórias, despojos, labirintos e uma pedra transparente que é ferro, vinda do CERN".

Bartolomeu Cid dos Santos, nascido em 1935, estudou na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (ESBAL) de 1950 a 1956. Foi então para Londres, onde estudou na Slade School com Anthony Gross, tornando-se em 1961 professor no departamento de gravura. Foi depois professor na Universidade de Londres e membro da Royal Society of Painter Printmakers. Nos últimos anos de vida, já jubilado, criou um atelier de gravura em Tavira para continuar a trabalhar e a ensinar

 

Galeria 111

The Guardian/o obituário

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publicado por Fundação Saramago às 10:15

Exposição de fotografias de João Francisco Vilhena na Casa da Cultura de Setúbal

Quarta-feira, 06.02.13
A exposição "Polaroides&poemas-As imagens das palavras" de João Francisco Vilhena é inaugurada na sexta-feira, dia 8, às 22 horas, na Casa da Cultura de Setúbal.

A mostra de fotografias tem curadoria de José Teófilo Duarte e ficará patente até 7 de março, na rua Detrás da Guarda, 8.

João Francisco Vilhena é o autor de uma conhecida série de fotografias de José Saramago em Lanzarote, uma das quais está reproduzida no convite para a inauguração desta exposição.

Nascido em 1965, abandonou o curso de Economia para se dedicar à fotografia. Começou na revista Ler e lembra-se do primeiro retrato que fez então - o escritor Manuel da Fonseca, "numa taberna alentejana, imperiais e uma feijoada, e o Manuel cheio de histórias e alegria", como contou em entrevista à revista digital Storm. Permaneceu na Ler largos anos, foi editor de fotografia no Independente e no Sol, e é coautor de vários livros, entre os quais Casas d'Escritas (com Paula Ribeiro), Pátios de Lisboa (com Ana Cristina Leite), Faróis (com Regina Louro), Atlântico (com Pedro Rosa Mendes), Sétima Legião (nom Nuno Miguel Guedes) e Beija-me (com Patrícia Reis).

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publicado por Fundação Saramago às 11:09

Telas nas janelas

Segunda-feira, 19.11.12


A fachada da Casa dos Bicos, sede da Fundação José Saramago, apresenta, desde dia 16, uma exposição de telas de José Santa-Bárbara, celebrando os 30 anos da primeira edição do "Memorial do Convento" e os 90 anos de José Saramago. A ver, na Rua dos Bacalhoeiros.

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publicado por Fundação Saramago às 12:05

Memorial em Imagens

Terça-feira, 30.10.12

 

A Câmara Municipal de Loures inaugura a 30 de Outubro, a exposição “O Memorial em Imagens” na Biblioteca Municipal José Saramago, com trabalhos de ilustração feitos por alunos da Escola Secundária José Afonso.

Esta mostra de desenhos, que fica patente ao público até 24 de Novembro, no átrio central da biblioteca, resulta de uma actividade curricular desenvolvida por alunos do 12.º ano / área de artes visuais, em redor de “O Memorial do Convento”.

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publicado por Fundação Saramago às 11:24





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A Casa dos Bicos

A Casa dos Bicos, edifício histórico do século XVI situado na Rua dos Bacalhoeiros, em Lisboa, é a sede da Fundação José Saramago.

A Casa dos Bicos pode ser visitada de segunda a sábado, das 10 às 18h (com última entrada às 17h30).
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A Casa José Saramago em Lanzarote

A Casa feita de livros pode ser visitada de segunda a sábado, das 10 às 14h30. Também pode percorrê-la virtualmente, aqui.

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