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Exposição fotográfica sobre Saramago pode ser vista em Lanzarote até o dia 14 de maio

Sexta-feira, 11.04.14

(O fotógrafo João Francisco Vilhena na inauguração da exposição)


A Sala de Exposições Charco de San Ginés, em Arrecife, um dos lugares mais visitados de Lanzarote, recebe até o dia 14 de maio a exposição “Lanzarote, a janela de Saramago” do fotografo português João Francisco Vilhena.

Ontem, por volta das 21h, o prefeito de Arrecife, Manuel Fajardo, declarou aberta a exposição. Antes, ele agradeceu ao fotógrafo João Francisco Vilhena por seu projeto e disse que Saramago, assim como o César Manrique, foram figuras que contribuíram muito para o enriquecimento da ilha.

Vilhena, que antecedeu a Fajardo nos discursos, declarou-se um apaixonado mais por Lanzarote. “Sempre tive uma tração pelas ilhas, e já imaginei um mundo feito só de ilhas, cuja capital seria Lanzarote”, disse o fotógrafo, e acrescentou: “É maravilhoso pensar que uma pessoa seja capaz de juntar-nos para um projeto desse. Só uma figura da grandeza de Saramago possibilita isso”.

María del Río, subdiretora da Casa Museu José Saramago, agradeceu aos envolvidos pelo esforço de trazer a exposição à ilha do escritor e explicou que Pilar del Río, a presidenta da Fundação José Saramago, estará presente no encerramento da exposição. Foi lido um texto de Pilar em que ela diz que as fotos de João Francisco Vilhena são capazes de retratar, ao mesmo tempo, o “empenho de uma vida e o tamanho da ausência”.

Aberta a exposição, serviu-se um vinho local aos presentes e o fotógrafo percorreu com as autoridades, entre elas o presidente do Cabildo, Pedro San Ginés, a sala. A exposição composta por 29 imagens, uma projeção de vídeo e frases de Saramago pode ser vista em Arrecife até o dia 14 de maio. A seguir, será levada a Matosinhos e Lisboa (em maio), e a Barcelona, no mês de junho.

No dia 10 do próximo mês João Francisco Vilhena apresenta no Lev (Literatura em Viagem), em Matosinhos, seu livro Lanzarote, a janela de Saramago.

 

Mais sobre a exposição:
Galeria de fotos


Exposición muestra cómo Lanzarote transformó a Saramago
(El Confidencial/EFE)

Un fotógrafo portugués expone en Arrecife
(La Voz de Lanzarote)

 Saramago regresa a la tierra quemada
(La Província)

Una exposición fotográfica muestra como Lanzarote transformó Saramago
(El Día.es)

 Lanzarote, la ventana de Saramago
(Onda Yaiza)

 Exposição mostra fotos de José Saramago como Nobel
(Diário de Notícias)
 (Porto Canal) 

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publicado por Fundação Saramago às 11:16

César visionario

Segunda-feira, 26.08.13


La última vivienda de César Manrique en Lanzarote se abre al público como museo.

Este país se ha hecho de pequeños pueblos que han dado grandes hombres y de pequeños pueblos que los han olvidado hasta en el callejero.

En abierto contraste con ingleses o franceses, que hacen de la memoria de sus artistas una orla permanente en sus lugares de nacimiento, donde se abren museos o bibliotecas y no sólo se ponen calles, aquí hay que buscar con lupa incluso las referencias de los que parecerían inolvidables.

En el olvido no están sólo la nomenclatura sino los lugares donde nacieron o los patrimonios que dejaron. En México comenzaron hace un año a rescatar las bibliotecas de los grandes escritores del siglo XX, tal como esos artistas las fueron concibiendo; son espacios abiertos por el Estado para impedir el olvido de lo que hicieron habiendo leído.

Aquí estamos más por el olvido y por el desdén que por el recuerdo. Por ejemplo, la casa donde nació Goya, en Fuendetodos, fue rescatada de la ruina por unos vecinos y por el Ayuntamiento (150 habitantes) cuando el Gobierno español, en los años 80, estaba sufragando la casa donde murió el artista en Burdeos…

Ahora se ha producido en Lanzarote un ejemplo al revés, debido a la iniciativa privada. La casa de Haría en la que quiso vivir los últimos años de su vida (y sólo vivió tres, hasta 1992, cuando murió en un accidente) César Manrique ha sido abierta al público con su obra y con sus recuerdos hasta el último objeto y hasta el último instante. El heredero de Manrique, José Juan Ramírez, que es el presidente de la Fundación César Manrique, quiso que pasara a pertenecer al patrimonio fundacional.

Sin apoyo institucional alguno, en confrontación abierta con los poderes políticos que contradicen la herencia comprometida de Manrique con el medio ambiente, la Fundación que lleva el nombre del visionario que hizo de Lanzarote una obra de arte ha querido prolongar en Haría lo que ya había hecho el propio César en Tahiche, su otra vivienda-taller.

Ahora la historia ha querido que la isla de Lanzarote tenga abiertas al público tres casas célebres, la que el Nobel José Saramago tuvo en Tías (abierta por la iniciativa de la viuda, Pilar del Río) y las que César hizo para pintar y para vivir. Es, sin duda, un saludable contraste en este país tan indiferente al patrimonio que dejaron muchos.

Página Casa-Museo César Manrique en Haría

Fonte: El País

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publicado por Fundação Saramago às 15:11

Blimunda # 14, julho 2013

Quarta-feira, 24.07.13

Descarregar Blimunda # 14 português (pdf)

De que forma pode o quarto poder sobreviver à encruzilhada? A Blimunda de julho tenta perceber que caminhos podem ser percorridos, através de um texto de Sara Figueiredo Costa e das respostas de três jornalistas que em Espanha, Portugal e Grécia fazem do jornalismo um processo sério, rigoroso e sem cedências. Um dossier de leitura recomendada para discutir perspectivas de futuro para um dos pilares dos estados democráticos.

No infantil e juvenil, uma viagem de Andreia Brites aos "Encontros" que Margarida Botelho promove em torno dos livros, da educação pela arte, com paragens em Moçambique e na Amazónia. Um testemunho da forma como estes caminhos considerados por muitos como alternativos assumem uma importância cada vez maior na construção de novos cidadãos, no pleno respeito pela diversidade cultural.

A fechar, a Saramaguiana de julho centra-se em dois locais fundamentais para a vida e obra de José Saramago. Nas palavras do próprio, recuperamos os textos sobre a cidade de Lisboa que integram o livro Viagem a Portugal, no primeiro de três excertos que terão continuação em agosto e setembro. Sobre Lanzarote, o diário de viagem do jornalista Ricardo Viel, que visitou a ilha que tambem é de Saramago no passado mês de junho, quando se inaugurou a rotunda com o nome do Escritor.

Tudo isto e muito mais, na Blimunda de julho.

Boas leituras!

Blimunda N.º 14 - julho 13 by Fundação José Saramago

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publicado por Fundação Saramago às 12:00

Uma oliveira para Saramago

Sábado, 15.06.13

Há quase dez anos José Saramago trouxe de Azinhaga uma oliveira e plantou-a em sua casa. Viajou com a pequenina árvore entre as pernas, equilibrando-a no avião, e cuidou para que ela se adaptasse ao forte vento e o solo rochoso da ilha. Agora, tantos anos depois dessa viagem e três depois de sua morte (no dia 18 de junho de 2010), Lanzarote “plantou” uma oliveira de aço de cinco metros de altura em homenagem ao Nobel português.

Neste sábado, dia 15 de junho, na presença de amigos, familiares e moradores da ilha, sob o sol e o vento característicos de Lanzarote, foi inaugurada a Glorieta José Saramago. Está localizada no início da rua onde morou o escritor e onde agora funcionam a Casa-Museu e a Biblioteca José Saramago, no município de Tías. No centro da rotunda está a escultura de autoria de Ester Fernández Viña, José Perdomo Guillén e Javier Pérez Fígares: uma enorme figura de aço com as iniciais J e S no formato de oliveira, símbolo de sabedoria e árvore tão querida pelo autor de Ensaio sobre a Cegueira.

“É um abraço da terra ao homem que a quis habitar”, disse Pilar del Río no seu discurso. “Hoje é um dia de gratidão e também de olharmos para nós mesmos, para o passado que fomos, que nos urge e nos convoca a não esquecer”, acrescentou a presidenta da Fundação José Saramago. Pilar também recordou César Manrique e o seu labor pela preservação ambiental, ideia compartilhada por Saramago e um dos princípios basilares da fundação que leva o seu nome. “Em Lanzarote surge um escritor renovado, mais direto, que não usa bosques floridos, preferindo a erupção vulcânica para contar o mundo”, apontou Pilar após citar o ensaio de Saramago intitulado A estátua e a pedra, publicado este ano pela Fundação. “Agradeço ao Ayuntamiento de Tías, que por unanimidade decidiu que essa rotunda que tantas vezes o viu passar se chamaria José Saramago”, finalizou.

“A oliveira de aço é a expressão de reconhecimento e gratidão, com testemunhos, diante de sua casa, na terra compartilhada”, disse o Presidente da Câmara de Tías, José Francisco Hernández. “Estamos devolvendo a Saramago algo que nos havia entregue antes: respeito e dedicação”, acrescentou o Presidente, que também recordou que o escritor colocou o nome de Lanzarote em seus livros e em sua biografia: “De alguma forma, pode-se dizer que onde ele ia, nós estávamos com ele”.

Inés Rojas, Ministra da Cultura e Assuntos Sociais de Canárias, encerrou o ato num discurso improvisado e emotivo sobre o escritor. “Não queria recordá-lo como o grande literato que foi, porque isso muitos já o fizeram, mas como um referente num momento difícil como aquele por que estamos a passar. Saramago, já tens uma oliveira plantada em Lanzarote”.

Finda a cerimónia, as portas da biblioteca da Casa foram abertas e os presentes brindaram pela memória de José Saramago.

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publicado por Fundação Saramago às 16:16

Rotunda José Saramago, tudo pronto

Sexta-feira, 14.06.13

Já está tudo pronto para a inauguração da Rotunda José Saramago amanhã, em Tías, Lanzarote. Nesta sexta-feira (14) os funcionários do Ayuntamiento da ilha canária fizeram os últimos ajustes na iluminação e cobriram a escultura de aço com uma lona grená. “Lanzarote no es mi tierra, pero es tierra mía, José Saramago”, se lê abaixo da escultura de cinco metros que representa uma oliveira, árvore típica de Azinhaga, terra natal do escritor.

No sábado, dia 15, às 13h, uma cerimónia recordará os três anos da morte de José Saramago, que faleceu no dia 18 de junho de 2010, em Lanzarote. Após a inauguração da rotunda haverá uma celebração na casa-museu aberta ao público em 2011, nove meses depois de sua morte.

Em 1993, Saramago mudou a sua residência para Lanzarote. A paisagem da ilha vulcânica encantou o escritor e influenciou a sua criação. Todos os seus livros a partir de Ensaio Sobre a Cegueira foram escritos na ilha.

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publicado por Fundação Saramago às 12:43

A insuportável destruição do arquivo de Daniel Mordzinski

Terça-feira, 19.03.13

Milhares de negativos e diapositivos originais de Daniel Mordzinski desapareceram "para sempre" em consequência de uma operação inexplicável e inesperada do jornal Le Monde, em cujo edificio parisiense se encontravam guardados. O fotógrafo argentino fala de uma perda irrecuperável do trabalho de toda a vida: "milhares de fotos tiradas ao longo de 27 anos, vinte e sete anos de esperas, nós na garganta, noites em branco, revelações angustiantes".

A Fundação José Saramago manifesta a Daniel Mordzinski a sua total solidariedade, que já lhe foi transmitida pela presidenta Pilar del Río, e coloca à disposição do fotógrafo as suas instalações em Lisboa para expor as fotografias que, por estarem digitalizadas, escaparam a este acto absurdo.

Nascido em Buenos Aires em 1960, Mordzinski é conhecido como "o fotógrafo dos escritores". Trabalha há mais de 30 anos num ambicioso "atlas humano" da literatura iberoamericana. A montagem fotográfica acima reproduzida foi uma "brincadeira" de Daniel Mordzinski na sequência da última visita a José Saramago em Lanzarote, poucos meses antes da morte do escritor.

 

Daniel Mordzinski

 

Luís Sepúlveda

 

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publicado por Fundação Saramago às 13:27





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A Casa dos Bicos, edifício histórico do século XVI situado na Rua dos Bacalhoeiros, em Lisboa, é a sede da Fundação José Saramago.

A Casa dos Bicos pode ser visitada de segunda a sábado, das 10 às 18h (com última entrada às 17h30).
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A Casa José Saramago em Lanzarote

A Casa feita de livros pode ser visitada de segunda a sábado, das 10 às 14h30. Também pode percorrê-la virtualmente, aqui.

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